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Educação: «A vida que se guarda termina como objeto de museu», Papa Francisco (C\vídeo)

Francisco desafia colégio jesuítas a ir ao encontro “dos pobres e descartados” a exemplo de Jesus que “nos ensina a relacionar com s outros com a criação”

O Papa Francisco enviou hoje uma mensagem à Federação Latino-Americana de Colégios da Companhia de Jesus (Flacsi), na comemoração dos seus 20 anos de atividades. Na videomensagem o Papa desejou escolas que sejam lugares “de cura das próprias feridas e as dos outros” e estejam abertas a ir ao encontro”.

“Desejo que as escolas sejam ‘escolas acolhedoras’, ou seja, lugares onde possam ser curadas as próprias feridas e as dos outros; escolas com portas realmente abertas e não apenas de discursos, onde os pobres possam entrar e onde se possa ir ao encontro dos pobres”, explica.

Para o Papa as escolas jesuítas devem estar na linha da frente “não de um elitismo egoísta”, mas da “fraternidade”.

“Que as nossas escolas formem corações convencidos da missão para a qual foram criadas, com a certeza de que a vida cresce e amadurece na medida em que a damos para a vida dos outros. A vida que se guarda acaba por ser um objeto de museu com cheiro a naftalina, e isso não ajuda”, conclui o Papa argentino.

Educris|10.06.2021



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