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Lisboa: "Ainda hoje sou aluna de EMRC"

Em Semana da EMRC vamos disponibilizar testemunhos de alunos que frequentam a disciplna em todas as dioceses do país e de pais e encarregados de educação que explicam o porquê da escolha da Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) na formação dos seus educandos.

Hoje o testemunho Clara Macatrão, mãe da Maria e da Matilde, alunas de EMRC em Peniche, Patriarcado de Lisboa.

 

"É em casa que tudo começa!

Começa o amor, o crescer, o descobrir, o respeitar, os valores….

Os pais são os responsáveis  pela educação dos filhos! Disto ninguém tem dúvidas, mas… mas a história é outra. E o que reza a história atual é que os pais delegam tudo na escola.

Mas a escola, por um lado, quer bons alunos - aqueles que não atrapalhem, não falem "fora de hora" e que se reduzam a um mundo de provas e boas notas.

Os pais, por outro, buscam as suas satisfações procurando nos filhos os bons alunos, sem tempo de proporcionar-lhe um meio firme e seguro, com trocas, risos e espontaneidade.

Os pais têm que ter consciência que é em casa que tudo começa!

Mas existe um elo de ligação entre a escola e a família e esse elo chama-se EMRC, disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica.

A disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica ajuda a dar sentido à existência, promove o ensino espiritual, transmite valores, ajuda a desenvolver o caracter, dá uma capacidade de reflexão e auto-crítica. Faz crescer a nível pessoal e principalmente a nível comunitário.

São os valores que dão sentido à vida que desejo para as minhas filhas. Costumes e valores da pessoa humana aos olhos de Cristo.

Estes valores não se aprendem na matemática, na geografia, na ciência, etc. aprendem-se sim na disciplina de EMRC.

Pode-se dizer, por exemplo, que esta disciplina oferece respostas para uma série de perguntas para as quais a ciência é simplesmente muda: “De onde viemos?” “Para onde vamos?” Não somos fruto do acaso. Há um propósito na nossa criação.

Afinal o que anseio eu para as minhas filhas? Que sejam felizes sempre. Felizes nas coisas boas e nas coisas menos boas, e, principalmente que dêem sentido à sua via.

Será que esta disciplina lhes rouba tempo? Tempo de estudo? Claro que não, bem pelo contrário… acrescenta. Acrescenta o sentido do trabalho em comunidade, acrescenta o amor ao próximo presente nas suas limitações diárias, acrescenta o auxílio gratuito de quem tem mais dificuldades, e, acrescenta sobretudo, felicidade e fé.

Posto isto, eis a pergunta.

– Quem sou eu para opinar acerca da importância da disciplina de EMRC?

Eu sou uma consequência de que é em casa que tudo começa.

Eu também fui aluna de EMRC, e num compartimento (aberto) do meu coração ainda sinto que sou aluna de EMRC. Neste meu caminhar faço por fazer caminho também com quem me rodeia.

Neste caminho existem frases que nos marcam e duas delas foram-me ditas por um professor de EMRC: “Nós não nos salvamos sozinhos”, e, “deixa por onde fores caminhando, brilhante sinal da tua bondade”.

“Tudo começa pequeno nessa vida; e só cresce se o permitirmos” – Padre Fábio de Melo

                                                       Clara Macatrão, mãe da Maria e da Matilde – Peniche

Imagem: Arquivo EDUCRIS|Colégio Liceal Santa Maria de Lamas




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