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Viana do Castelo: Alunos visitam Papa e oferecem livro de santo português

Setenta e dois alunos do ensino secundário inscritos em Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) do Agrupamento de Escolas Pintor José de Brito, em Viana do Castelo, aceitaram o desafio do grupo discipinar 290 e visitaram Roma de 27 de fevereiro a 3 de março.

A visita, programada no plano anual de atividades de EMRC permitiu conhecer "a história e a arquitetura da cidade eterna" bem como a participação na "audiência-geral com o papa Francisco no primeiro dia da quaresma.

A professora Maria do Céu Vilela destaca "a emoção do encontro com o papa" partilhada pela docente Marilene Esteves e por um aluno do 12º ano, o Simão Amaro. Os três entregaram ao papa um "livro do beato Frei Bartolomeu dos Mártires e um Palmito, símbolo típico de Viana muito utilizado como símbolo Pascal na cidade e utilizado pelas mordomas nas festas da Senhora D’Agonia" que haviam sido doados para este fim pela Câmara Municipal de Viana do Castelo.

Ao EDUCRIS a professora Maria do Céu Vilela contou, ainda, outro episódio que mostra bem o "carinho do povo de Viana do Castelo pelo papa Francisco":

"Quando estavamos a preparar a visita a Roma tinhamos a intenção, como professores, de comprar uma peça de loiça de Viana, ícone também da cidade. Aquando da sua aquisição e quando dissemos para quem se destinava a oferta, disseram-nos que se era para Sua Santidade tinha de ser algo com um sentido mais profundo. Assim, a Fábrica da Loiça de Viana do Castelo, ofereceu uma réplica de um pote do século XVIII, mandado fazer para o Bispo de Elvas, Matos de Noronha. Esta peça simboliza um pouco da história de Portugal, a história da Igreja e ainda, a história da própria fábrica", afirmou.

A visita de estudo surgiu da vontade "dos alunos de conhecerem o papa Francisco" a quem reconhecem "um carisma diferente e que toca de forma diferente todas as pessoas e de todas as faixas etárias". Para a docente de EMRC os mais novos "sentem-se atraídos pela forma simples e afável como o Papa se dirige aos jovens e estar perto dele era, efetivamente, um sonho que foi realizado, tendo os alunos regressado ainda mais convictos de que este homem fala para nós e toca o coração de todos de uma forma especial".

Maria do Céu Vilela mostrou-se contente por esta oportunidade de levar os mais novos a Roma e afirmou ser "gratificante existirem jovens que se questionam no seu dia a dia e procuram, na sua busca tornar a sociedade mais humana, mais respeitadora dos valores humanos, uma sociedade em que o outro é um igual a si".

 




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