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Porto: Formação "A Linguagem" junta docentes de cinco dioceses

"A linguagem" foi o tema da formação para docentes de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) que a Casa Diocesana de Vilar, no Porto, recebeu no dia 16 de abril.

A iniciativa, organizada conjuntamente pelos secretariados diocesanos da EMRC de Viana do Castelo, Porto, Braga, Lamego e Bragança-Miranda contou com dois momentos distintos de formação um dirigido à lecionação no 1º ciclo e outro no ensino secundário.

Na manhã de sábado os docentes adquiriam, com a professora Maria João Palma, técnicas e propostas pedagógicas dirigidas aos alunos do 1º ciclo

Da tarde da tarde João Paiva, professor da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, apresentou uma proposta de síntese entre Fé e Ciência, em especial no contexto escolar" partindo do livro "Educação, Ciência e Religião".

No balanço desta iniciativo António Madureira, diretor do Secretariado diocesano da EMRC no Porto afirmou que a iniciativa interdiocesana “surgiu naturalmente pelo simples facto destas dioceses partilharem entre si vários professores”.

Para este responsável a formação, adquirida nestes moldes, permite “gerir melhor os recursos” e fomentar “partilhas mais significativas” entre os professores.

A opção por uma formação em 1º ciclo e secundário surgiu pela perceção “que o 1º ciclo e o secundário precisam de ser enriquecidos nas linguagens que atualizam o nosso papel e missão na escola”, sintetizou.

Estiveram presentes cerca de 290 professores.


Testemunhos dos professores de EMRC

"Consideramos que o dia de formação com que fomos presenteados foi algo muito importante e significativo, atual e inovador, ao nível de metodologias de trabalho, troca de experiências pedagógicas e conhecimentos.

É relevante e extraordinário o facto de atendermos à(s) linguagem(ens) que é necessário reinventarmos na sociedade, na família, com os alunos e concretamente no contexto da sala de aula, com todas as particularidades que cada escola e cada aluno possui, tendo sempre presente a sua área geográfica e história de vida individual.
No que concerne ao debate/diálogo/reflexão ciência-religião salientamos o facto, de mais uma vez, se valorizar o diálogo mútuo que deverá existir entre estas duas realidades, o complemento que podem ser uma para a outra e o enriquecimento que são para crentes e não crentes.
Diferenças e opiniões diversas são caminhos fundamentais para sustentar o que poderá fazer com que as pessoas se sintam bem.
Valeu a pena. Obrigado pela oferta.
Carlos Laranjeira - Braga
"Daqui hoje levamos as grandes questões da linguagem; do que as coisas querem dizer e do que nós queremos dizer. Da linguagem nasce, cresce e valida-se todo o conhecimento e experiência humana.
A Igreja, e especificamente os professores de EMRC, devem explorar esta ferramenta de forma positiva e assertiva, de acordo com a evolução de todo o tipo de conhecimento nas diferentes áreas do saber.
Só do diálogo e da abertura, com base na linguagem, podemos recolocar a essência daquilo em que acreditamos no centro; no motor que dá a Vida e é "um" ao lado dos outros, como os não-crentes, as outras religiões, e demais tendências e sensibilidades.
Lígia Pereira - Viana do Castelo
Fotografias: EMRC Porto




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