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JNC2020: «É preciso ajudar os pais a admirar os filhos», Teresa Ribeiro Tomé (C\vídeo)

Especialista apresentou aos catequistas fundamentos e estratégias nos diferentes grupos de pertença

Teresa Tomé Ribeiro disse ontem aos catequistas que “o grupo catequese e o grupo família são muito similares” porque ambos “tem como motor o amor e a intimidade”.

Numa conferência subordinada a tema «As Dinâmicas Familiares num grupo humano d amor, intimidade, apoio e partilha», a psiquiatra sustentou que “os catequistas se esforçam para trazer novidades, a tentar que tudo corra bem e que os catequizandos se sintam bem” e isso encontra “similaridade no contexto familiar”.

Perante a “curiosidade crescente sobre o ‘ser cristão’” a docente lembrou a importância da “responsabilidade cristã” e da “oportunidade de acolher e dar testemunho” a um “grupo alargado de famílias que tem a curiosidade do cristianismo, percebem aí um bem maior para os seus filhos mas conservam algumas das história de in compressões que lhe chegam em sound bites”.

“Ainda ontem recebi imensas chamadas de amigos que se afirma não crentes ou cristãos curiosos e interessados em saber o que pensava eu sobre as últimas declarações do Santo Padre”.

Esta é uma oportunidade única d desafazer preconceitos e de acolher, m verdade, os que nos procuram sem ter a tentação de ‘dizer tudo de uma vez’”, exortou.

Para Teresa Tomé Ribeiro a “clarificação de valores” é fundamental nas “pontes que queremos criar como crentes”.

“É preciso discernir bem os valores evangélicos e perceber quais os valores daqueles que vem ter connosco de modo a que se possam estabelecer pontes de diálogo com base na dignidade humana”.

Olhando para a família na atualidade, a professora universitária lembrou que “a criação dos filhos é como que um investimento a fundo perdido a 20 anos”, e estabeleceu o paralelismo com a catequese.

“Também na catequese percebemos algo semelhante porque o crescimento da fé não é linear. Como educadores da fé podemos mesmo, partindo desta consciência, ajudar s pais a admirar os filhos”.

Educris|25.10.2020



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