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Alemanha: Papa dirige mensagem ao G20

O Papa Francisco enviou uma mensagem à cimeira do G20, onde aponta aos responsáveis políticos a necessidade "de dar prioridade aos pobres, refugiados, o sofrimento, os deslocados e excluídos, independentemente da nação, raça, religião ou cultura" e a rejeição liminar de todo e qualquer"conflito armado".

Na missiva, divulgada hoje pela sala de imprensa do Vaticano, e dirigida à canceler alemã Angela Merkel, Francisco expressa o seu "apresso pelos esforços em garantir a governabilidade e a estabilidade da económica mundial" mas lembra que tal desiderato só poderá acontecer "se o cerscimento económico for inclusivo e sustentável":

"É possível colocar em marcha processos que sejam capazes de oferecer soluções progressivas e não traumáticas, para conduzir, em tempos relativamente curtos, a uma livre circulação e à estabilidade das pessoas, que sejam vantajosas para todas", aponta o Papa.

Francisco pede particular atenção à situação "trágica" do "Sudão do Sul, a Bacia do Lago Chade, o Corno de África e Iêmen, onde existem 30 milhões de pessoas que não têm comida e água para sobreviver":

"O compromisso de atender urgentemente a estas situações e prestar apoio imediato às populações vai ser um sinal de médio prazo à seriedade e sinceridade para reformar a economia mundial e uma garantia do seu desenvolvimento bem sucedido", apontou o Pontífice.

Na intervenção o Papa recorda os "quatro princípios de ação" apresentados na exortação Evangelii Gaudium, e que visam a construção de uma sociedade fraterna: "o tempo é superior ao espaço, a unidade prevalece sobre o conflito, a realidade é mais importante do que a ideia, o todo é superior às partes".

No final o Papa afirma que "os problemas devem ser resolvidos na prática e dando toda a devida atenção às suas peculiaridades, mas as soluções, para serem duradouras, não podem deixar de ter uma visão mais ampla e considerar as repercussões sobre todos os países e todos os seus cidadãos e respeitando as suas opiniões e as suas opiniões".

Educris|07.07.2017



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