Lisboa: Professores desafiados a ser portadores de «esperança e amor» nas escolas

Cerca de sete dezenas de docentes de EMRC participaram em encontro virtual

O padre Paulo Malícia desafiou hoje os professores de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC), que lecionam em Lisboa, a serem na escola “sinal de amor e portadores de esperança”:

“Que no próximo ano continuemos a ser portadores de esperança, de recomeços, de santidade porque é preciso por de parte o que não nos eleva. Que sejamos sinal de amor numa escola que tantas vezes é cinzenta e vive desanimada”, afirmou.

No encontro em formato virtual, que encerrou os trabalhos do Secretariado Diocesano do Ensino Religiosa Escolar (SDER) do Patriarcado de Lisboa, sob o tema «#MaisPróximo», os docentes presentes partilharam, num ‘padlet’ várias iniciativas que, a longo do ano, se realizaram nas escolas da região.

“Quisemos que este encontro fosse um momento de partilha informal onde cada um pudesse uma imagem, uma frase, um vídeo que descrevesse um momento relevante/marcante da prática letiva, ao longo do ano”, explica João Barros do SDER.

Numa mensagem dada a conhecer no encontro, o padre Paulo Malícia lembrou “um ano exigente em que estar e ser #MaisPróximo não foi fácil. Estamos cansados e todos precisamos de férias. Não é fácil viver entre confinamentos e desconfinamentos, numa incerteza constante que não nos deixa fazer planos, nem saber o que nos espera o dia de amanhã”.

Numa nota de esperança o responsável do SDER de Lisboa sustentou que “o vírus mortífero não foi capaz de eliminar o amor, a solidariedade, o unirmos esforços para vencer as tormentas coletivas e individuais, o colocar a luta pela vida e dignidade humanas como prioridade da sociedade, que somos e queremos construir, a vontade de lutarmos com todas as nossa forças contra o mal e outros valores e princípios que são os nossos pilares civilizacionais”.

Em final de ano letivo o padre Paulo Malícia desafiou os docentes a tornarem no próximo ano à escola e a serem aí “um espaço de proximidade pelo modo como estamos, pelo que somos, pela maneira como entendemos a missão que nos é confiada como educadores”, concluiu.

Educris|16.07.2021



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