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Aveiro: Meio milhar de alunos vivem pausa letiva em Taizé

10 agrupamentos de escolas da diocese de Aveiro juntam-se em Taizé para uma pausa letiva diferente.

São mais de quinhentos, alunos, antigos alunos e professores aqueles que hoje partem de Aveiro rumo a Taizé, uma pequena comunidade ecuménica na Borgonha, França, para buscarem uma semana de “procura de experiências de encontro, à procura de respostas para os seus maiores anseios”, revela o responsável diocesano da Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) Sérgio Martins.

“A Experiência de Taizé só por si é apelativa, são os próprios colegas que levam outros colegas. Os alunos sentem que Taizé faz parte das suas vidas, precisam de se encontrar e de serem encontrados, no silêncio, na oração, no convívio, na partilha, na simplicidade, na renúncia, na abstinência consciente de tudo o que é normal nas suas vidas tecnologizadas e até mesmo na alimentação”, revela o responsável.

Para trás ficam meses de preparação e de escuta, do silêncio de quem se procura a si mesmo e de quem descobre em si uma verdade que está para além de si, o Transcendente que dá sentido e inquieta em cada instante:

“A preparação apesar de complexa e muito burocrática, por causa das autorizações de saída do país, reconhecimentos de assinaturas, cartões europeus de saúde, acaba por ser bastante simples, pois participar nesta experiência em Taizé é um desejo incontido que brota do próprio interior. Muitos destes alunos trocam as suas viagens de finalistas na neve ou no sul de Espanha para irem nesta semana”, lembra Sérgio Martins.

O programa de EMRC dá uma ajuda logo no início do ensino secundário onde se refletem as “questões do Sentido da Vida” e se perceciona “a vida para lá das parafernálias tecnológicas ou das modas consumistas de todos os dias”.

São 500 que se vão juntar a muitos outros jovens que de toda a europa procuram em Taizé um rumo ao ritmo próprio do trabalho comunitário, da oração simples, do silêncio da contemplação, e da experimentação de se pertencer algo maior do que cada um poderia imaginar.

 

Educris|09.02.2018



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