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JNC18: A Igreja deve reconhecer o ministério do catequista

D. António Moiteiro considera ter chegado o momento da Igreja “reconhecer a importância do ser catequista na vida das comunidades”.

A questão do “ministério de catequista” não é nova na igreja portuguesa e o presidente da Comissão Episcopal da Educação Cristã e Doutrina da Fé (CEECDF) está convencido de que é “chegado o momento da igreja reconhecer o lugar dos catequistas na comunidade”.

À margem das Jornadas Nacionais de Catequistas, que decorreram em Fátima de 26 a 28 de outubro, D. António Moiteiro afirmou que a ideia “já tem sido falada entre os bispos” e considerou que se “deveria avançar para o ministério de catequista igreja portuguesa” tendo em conta “o número e a importância destes agentes na vida da igreja”.

“Hoje sabemos, e vamos ouvindo tantas histórias de catequistas que marcaram a vida de tantas comunidades, foram verdadeiros educadores da fé e devem ser reconhecidos por isso”.

O presidente da CEECDF lembrou, ainda, que o “ministério de catequista” é hoje já “reconhecido nos países de missão como líder da comunidade cristã”.

“Hoje temos o ministério dos ministros extraordinários da comunhão, os leitores e acólitos, ainda em embrião nas comunidades. Por outro lado temos muitos catequistas com formação, lugar estável nas comunidades. Estes podem ter um ministério instituído”.

As Jornadas Nacionais de Catequistas reuniram mais de seis centenas de agentes catequéticos de dezanove dioceses do País.

Educris|30.10.2018



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