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Viseu: «Inscrevei os vossos filhos na catequese e na EMRC», apela D. António Luciano

Bispo de Viseu deixou hoje mensagem à diocese onde reflete sobre vários temas da atualidade

“Vocação, ecologia e economia” estão no centro da mensagem «O mundo precisa do Testemunho da Fé – O testemunho dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo enriquece, ilumina e fortalece a vida da Igreja» que D. António Luciano escreveu hoje por ocasião da Solenidade de São Pedro e São Paulo.

Na missiva, publicada no sítio da diocese beirã na internet, o prelado deixa também “dois apelos” aos encarregados de educação para inscreverem os filhos na catequese paroquial e na disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC).

“Nestes dias de matrícula dos vossos filhos na Escola não deixeis de os inscrever nas Aulas de Religião e Moral Católica, pois elas são importantes e estruturantes para a formação integral dos vossos filhos”, explica D. António Luciano.

O bispo de Viseu lembra que a disciplina tem aprendizagens “estruturantes para a formação integral dos vossos filhos” e pede aos pais para cuidarem dos mais novos “com qualidade humana ética, cívica e espiritual” para o futuro, “que será a pertença a um mundo renovado”.

Num segundo apelo D. António Luciano lembra a importância da “catequese” e do papel dos pais como “primeiros catequistas”.

“Inscrevei os vossos filhos na catequese paroquial sem deixardes de ser os primeiros catequistas”, precisa.

Recordando o tempo de pandemia “que atravessámos” o prelado desafia a Igreja a uma dinâmica vocacional, “porque deve ser vocacional, há de continuar a propor aos jovens a radicalidade da vocação”.

“A dinâmica do chamamento e o projeto de uma pastoral vocacional hoje é sempre algo de atual. Os verbos a utilizar são os mesmos: chamar, propor, apontar um ideal de vida, um projeto de realização pessoal”.

Pedindo para a Igreja uma “pastoral da escuta” num tempo de “muitos ruídos” D. António Luciano chama a atenção para “o problema da ecologia global do planeta” e pede, no pós-covid-19, “uma economia que não mate”.

Educris|03.07.2020



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