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Vaticano: «Pagar impostos é um dever dos cidadãos», Papa Francisco (C\vídeo)

Francisco comentou hoje o evangelho do dia onde o«dai a César o que é de César», do evangelho, motivou o papa a uma reflexão sobre a missão ds crentes e a distinção entre "esferas política e religiosa" no cristianísmo

«Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus». A reconhecida expressão de Jesus no evangelho segundo São Lucas foi o mote da reflexão do Papa Francisco, antes da recitação da oração marianado Ângelus.

"O pagamento de impostos é um dever dos cidadãos, assim como o cumprimento das leis justas do Estado. Ao mesmo tempo, é necessário afirmar o primado de Deus na vida humana e na história, respeitando o direito de Deus ao que lhe pertence”, afirmou o Papa perante dezenas de fiéis reunidos na praça de São pedro, no Vaticano.

Partindo do trecho do evangelho deste «Domingo das Missões» Francisco sustentou que esta distinção, a de dar 'a César o que é de César e a Deus o que é de Deus' não é apenas "o critério de distinção entre as esferas política e religiosa" mas dela "emergem orientações claras para a missão dos fiéis de todos os tempos, também para nós hoje”, considerou.

De acordo com o Papa, Jesus, ao responder aos "adversários hipócritas", coloca-se "acima da polémica política" e sublinha "que Deus está mais além" das questões politicas pois a Ele "cada um deve a sua existência".

"Nesta frase de Jesus encontramos não apenas o critério de distinção entre as esferas política e religiosa, mas emergem orientações claras para a missão dos fiéis de todos os tempos, também para nós hoje. O pagamento de impostos é dever dos cidadãos, assim como o cumprimento das justas leis do Estado. Ao mesmo tempo, é necessário afirmar o primado de Deus na vida humana e na história, respeitando o direito de Deus ao que lhe pertence", afirmou.

Aos batizados o papa desafiou a serem "presença viva na sociedade, animando-a com o Evangelho e com a linfa vital do Espírito Santo".

"Trata-se de comprometer-se com humildade e, ao mesmo tempo, com coragem, contribuir para a construção da civilização do amor, onde reinem a justiça e a fraternidade", apontou.

No final da reflexão o Papa pediu um momento de oração pelas negociações que decorrem para acabar coom o conflito na Líbia e rezou pelos 18 pescadores italianos que ali se encontram presos desde setembro.

"Rezemos por eles. Para que mantenham viva a esperança de poder abraçar, o mais rapidamente possível, os seus entes queridos”, concluiu Francisco.

Educris|18.10.2020

 

passagem do Evangelho sobre Deus e César, que inspira «distinção entre as esferas política e religiosa» no catolicismo






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