«EMRC, Why Not?» quer cativar alunos para a disciplina (C\vídeo)

Docente quer ajudar a mostrar a importância da EMRC na escola

Chama-se Mariana Rodrigues, tem 23 anos, e é aluna do mestrado de ciências religiosas na Universidade Católica Portuguesa em Lisboa. Acaba de lançar um vídeo, para motivar os alunos para a disciplina, numa escola onde a EMRC já não existia “há 4 anos” e onde sente “ter uma grande responsabilidade”.

“Tem sido um grande desafio porque é uma estreia para mim, seja ao nível da lecionação, seja de tudo o compete a um professor fazer fora das aulas. Depois o desafio é grande porque sinto que tenho uma grande responsabilidade nas mãos. Sinto que a responsabilidade da disciplina ter continuidade naquela escola depende de mim porque sou eu que estou lá este ano e, por isso, tenho medo que a minha inexperiência, enquanto professora, possa prejudicar de alguma forma a disciplina”, explicita em entrevista ao EDUCRIS.

Chegada a uma escola sempre presença da disciplina durante quatro anos o desafio passou “por ajudar os alunos a perceberem o objetivo da disciplina” e dai ao aparecimento do vídeo «EMRC, Why Not?» “foi um pequeno passo”.

“O vídeo retrata aquilo que, não poucas vezes, aparece associado a esta área do currículo dos alunos e tem a ver com alguns pré-conceitos com que me deparei aquando no início das aulas”.

Através de uma linguagem atual e dinâmica a ideia passa por ajudar a perceber “que a EMRC não é catequese e que esta é uma distinção necessária porque nem sempre é totalmente clara no seio da própria Igreja”, considera.

No ‘ano de estreia’ como docente Mariana Rodrigues já descobriu que “ser professor de EMRC dá ‘trabalho’” porque “exige empenho, sacrifícios, tempo. Sermos diferentes e criativos porque a continuidade da disciplina depende do número de alunos inscritos que por sua vez depende de todos nós”.

“Exige vermos o nosso trabalho como uma missão que pode fazer a diferença na vida de tantos alunos. Se não tivermos predispostos a isto, a ter muitas vezes momentos de cruz, a olhar para o nosso trabalho como uma vocação podemos continuar a haver muitas formações, muitos programas, muitos recursos que nada muda”, dispara convicta.

Educris|16.02.2021






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