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Coimbra: Selo de Escola Voluntária para Mortágua

O Agrupamento de Escolas de Mortágua foi distinguido com o “Selo Escola Voluntária 2012”, um prémio atribuído pelo Ministério da Educação a estabelecimentos de ensino que promovam valores de cidadania e de solidariedade em meio escolar, no âmbito do Programa Escola Voluntária (uma iniciativa lançada em outubro de 2012, em parceria com o Ministério da Solidariedade e Segurança Social).

De entre as 47 escolas premiadas a nível nacional, o Agrupamento de Escolas de Mortágua foi uma das duas escolas distinguidas no distrito de Viseu.

Na cerimónia de entrega do prémio, decorrida no passado dia 28 de abril, no teatro Thalia, em Lisboa, estiveram presentes o Diretor do Agrupamento, Rui Parada da Costa, a Presidente do Conselho Geral, Fátima Potró, e a Coordenadora de Projetos de Desenvolvimento Educativo, professora Gabriela Pereira.

Paula Marques, docente de EMRC naquele agrupamento alegra-se com a distinção e lembra o papel do “Gabinete de Apoio à Família (GAF)”, por si coordenado há “três anos”: “Nas aulas de EMRC, faz-se a sensibilização das campanhas, mas depois toda a escola, através dos Diretores de Turma, são convidados a participar”. Esta docente percorre os diversos projetos em que a Escola se envolveu ao longo dos últimos anos com destaque para as “Campanhas «Arroz Doce – Natal Solidário», em 2012, a recolha de leite em 2013 subordinada ao tema “Natal Branco” ou o banco de “roupa, calçado, brinquedos e livros que o GAF distribui pelas famílias mais carenciadas”. De realçar, ainda, a colaboração com a Missão Sorriso através “da entrega de brinquedos e com a participação “anual na campanha da Assistência Médica Internacional”.

Para a responsável pelo GAF os alunos estão sempre disponíveis para as diversas campanhas e são solidários “desde que percebam bem o objetivo das mesmas”. Para isso é “muito importante a informação e a vinda de pessoas envolvidas nos diferentes projetos e que entram em contacto direto com os alunos”, lembra. Consciente da importância do premio agora recebido a docente de EMRC refere que a comunidade educativa “está a ter uma boa reação” não tendo, no entanto, ainda “assimilado completamente o valor desta distinção”.

Docente de EMRC há “26 anos” Paula Marques recordou, em declarações ao www.educris.com o porque de ter abraçado esta vocação: “Escolhi ser Professora de EMRC porque acreditei e acredito que podemos lançar sementes de paz, alegria e bondade na escola onde estamos. Podemos anunciar o Evangelho com a nossa palavra, os nossos gestos, e projetos que desenvolvemos para o crescimento de uma comunidade escolar. Podemos ser luz no meio das trevas e podemos ser o fermento (tão pouco e pequenino) que faz levedar a massa”.




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