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Viseu: «Novas Adolescências» e o desafio à Catequese

250 catequistas de quatro dioceses do centro participaram numa formação que deixou desafios ao ato catequético

O Centro pastoral de Viseu acolheu, no passado dia 19 de janeiro, a formação «Novas Adolescências e os Desafios à Catequese». A iniciativa, da responsabilidade dos departamentos da Catequese das dioceses de Aveiro, Coimbra, Lamego, Guarda e Viseu, propos-se "analisar o novo quadro do ser adolescente" e reletir "sobre os desafios que se colocam aos catequistas desta fase".

Durante a manhã Alfredo Teixeira, antropólogo e teologo da Universidade Católica Portuguesa analisou o tema destacando a grande mudança de paradigma que atualmente se constata nesta faixa etária:

"Hoje a adolescência surge associada a uma cultura, é identificada por determinados traços caracteristicas como sejam a precocidade, a imagem de si, uma certa visão do mundo e a  forma de construir um sentimento de pertença a um grupo, baseada num linguagem tipicamente emocional".

Para o especialista "a forma com a fé se estrutura, enquanto experiência vivida, depende das diferentes etapas da vida".

Presente na iniciativa o bispo de Viseu, D. António Luciano realçou "a importância do ministério do catequista na Igreja, para a transmissão da fé, não esquecendo o papel preponderante da família".

Pauo Alves, padre e docente no Instituto Piaget apresentou o dado religioso partindo da "Psicologia do Desenvolvimento" a qual considerou "determinante para compreender as etapas da transmissão da fé e a identificação com Jesus Cristo".

Fazendo a ligação da antriopologia com a psicologia para o dado catequético o padre Manuel Queirós, diretor do departamento de catequese da diocese de Vila Real apontou como vital que o "catequista seja suporte do adolescente e se predisponha para fazer caminho em conjunto".

Na sessão de encerramento dos trabalhos D. Manuel Felício, bispo da Guarda e Membro da CEECDF lembrou "a importância do serviço catequético para as comunidades cristãs" e agradeceu "todo o trabalho e entusiasmo" que os catequistas colocam na sua ação.

Educris|21.01.2019




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