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D. António Moiteiro: «Ser catequista é um ministério na Igreja»

Presidente da CEECDF lembrou lugar e papel do catequista na vida a Igreja e desafiou os agentes a serem testemunhas de Jesus através do encontro pessoal com o Mestre

Na sua homilia, proferida durante a eucaristia matinal nas Jornadas Nacionais de Catequistas, D. António Moiteiro tomou o trecho da carta ao Efésios, proposto pela liturgia do dia, para afirmar que “Deus chamou-nos a ser catequistas. Por isso ser catequista é um ministério a que o Senhor nos chama para ajudar a fazer crescer a comunidade cristã de modo a que os cristãos possam ser testemunhas da ressurreição”.

Tomando o evangelho, que apresenta a parábola da figueira estéril, o bispo de Aveiro lembrou que também a missão do catequista pode trazer, “não poucas vezes, a mesma sensação”:

“Trabalhamos, esforçamo-nos, investimo-nos, gastamo-nos e não vemos frutos. Nestes momentos devemos ter consciência de que o fruto não nos pertence como nos diz São Paulo ao afirma que «um é o que semeia, outro o que rega e Deus colhe». Deus é que faz crescer!”

D. António Moiteiro convidou os catequistas a deixarem lugar para o “primeiro catequista que é o Espírito Santo”.

No final da sua reflexão, e tomando a nota pastoral da CEECDF para a Semana Nacional da Educação Cristã, que reflete sobre a felicidade e a santidade, o prelado lembrou que a primeira tarefa do “ser catequista passa pelo desejo de ser santo”:

“O que nos é pedido é que sejamos santos. Se formos santos catequistas teremos uma santa catequese”.

“Trata-se de um caminho que reconhece a própria fraqueza para se entregar a Deus de modo a que Ele faça em nós o que só Ele pode fazer. O caminho de Jesus é o das Bem-Aventuranças. O caminho do catequista deve ser o caminho de Jesus”, concluiu.

Educris|27.10.2018




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