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«A união faz a força»: O caso espanhol
O antigo secretário-geral das Escolas católicas em Espanha, Manuel Castro, considerou ontem, aos microfones da Renascença que a dimensão da fatia do ensino que as Escolas Católicas espanholas detêm " faz toda a diferença".
Durante o Fórum: "Pensar a Escola. Preparar o Futuro", Manuel Castro reconheceu que os últimos anos têm sido difíceis, mas as lutas têm dado bons frutos.
"Creio que, de forma geral, podemos estar satisfeitos com o que conseguimos, porque hoje a Escola Católica em Espanha pode desenvolver a sua própria identidade. É uma escola financiada pelo Estado e, apesar das dificuldades que sempre se sentem, seguimos em frente, também através desta organização que nos une - as Escolas Católicas".
Em Portugal, a realidade é diferente. Se as escolas católicas querem ganhar peso há que seguir o ditado "a união faz a força", aconselha Manuel Castro.
"Creio que o fundamental é que se unam. Reúnam-se todas numa organização e dêem-lhe poder para negociar com o Estado. A experiência diz-nos que quando estamos unidos temos mais possibilidade de fazer valer o que somos e aumentar o nosso peso perante as leis de Estado e o desenvolvimento da educação", sublinha o antigo secretário-geral das Escolas Católicas, em Espanha, que por estes dias está em Lisboa, no "Fórum Pensar a Escola - Preparar o Futuro".
Webmaster|2010-01-23|07:42:12




