Destaques
Percurso da catequese tem sido insuficiente para iniciar jovens na fé
A maior parte das crianças e jovens que conclui os dez anos de catequese indicados pela Igreja Católica fica aquém das expectativas no que se refere à adesão às práticas e valores do cristianismo.
"Hoje precisamos de repensar os caminhos da evangelização, atendendo a que chegamos aos 10 anos de catequese e são muito poucos aqueles que fizeram uma iniciação à vida na fé", defende a directora do Secretariado de Educação Cristã da Diocese do Porto, Maria Isabel Oliveira.
Em entrevista concedida hoje à Agência ECCLESIA, a responsável recordou que os catequistas têm à disposição uma ampla gama de textos que podem contribuir para abrir novas perspectivas, mas frequentemente preferem ficar nas soluções imediatas e dispensar a reflexão.
"Temos documentos da Igreja que são muito elucidativos e que nos abrem caminhos. Importa lê-los e estudá-los, mas nem sempre os catequistas estão disponíveis para isso porque o mais simples é buscar ferramentas imediatas de resolução de problemas", afirmou Maria Isabel Oliveira.
Depois de sublinhar a necessidade de "alterar mentalidades" em relação à transmissão da fé, a directora do Secretariado Diocesano lamentou o impacto negativo nas paróquias causado pela saída dos jovens das comunidades logo depois de concluírem os dez anos de ensino.
Criar laços com a família
"A Catequese ao serviço da Evangelização" foi um dos seis cursos que integraram o programa das 6.ªs Jornadas de Verão de Formação de Catequistas e Outros Educadores, realizadas entre 16 e 18 de Julho no Porto.
A iniciativa contou com a presença de 220 catequistas, incluindo participantes de cinco dioceses do continente e das ilhas, número que no entender da responsável fica abaixo do esperado, embora seja explicável pela exigência da formação, que ocupou 13 horas do fim-de-semana.
Dos cursos apresentados, os que reuniram maior adesão foram "Novas famílias, novos problemas: como acompanhar crianças de meios desestruturados" e "Eu e o Outro: a arte de comunicar e de se relacionar".
"Penso que estas temáticas têm muito a ver com as dificuldades que se vivem a nível catequético e social", nomeadamente "a dificuldade de criar laços e de nos compreendermos mutuamente", afirmou Maria Isabel Oliveira.
Segundo a directora, a educação cristã só é possível "quando se tem em conta a realidade" das crianças e jovens.
Além de estabelecer relações dentro dos grupos de catequese e entre eles e a comunidade que os acolhe, é importante criar laços com as famílias "para que a evangelização possa ser efectiva".
"Caso contrário - adverte Maria Isabel Oliveira - é impossível anunciar uma boa notícia a uma criança durante 50 minutos ao longo da semana, e no resto do tempo ela estar numa família que não tem nada a ver com essa dinâmica".
Webmaster|2010-07-21|13:25:53
Faculdade de Teologia lança mestrado e curso de especialização em Pastoral Catequética
A Faculdade de Teologia da Universidade Católica, em Lisboa, inicia a 13 de Setembro um mestrado e um curso de especialização em Pastoral Catequética.
O mestrado em Ciências Religiosas, vocacionado para a "animação sócio-religiosa", é composto por cadeiras como "Teologia Sistemática", "Psicologia e Pedagogia do Acto Catequético", "Formação de Adultos e Catecumenato", "Catequese e Hermenêuticas do Texto Bíblico" e "Modelos e Práticas Catequéticas".
Os dois primeiros semestres são reservados à leccionação, com as aulas a decorrer aos Sábados entre as 9h00 e as 13h30, e às Terças-feiras em horário pós-laboral, enquanto que o segundo e último ano é dedicado à elaboração da dissertação.
O acesso ao mestrado exige que o candidato tenha um grau em Teologia ou Ciências Religiosas, sendo também possível o ingresso de estudantes com habilitações de nível superior noutra área, desde que acrescidas de 120 créditos em estudos filosófico-teológicos.
O curso de especialização em Pastoral Catequética decorre durante um ano, incluindo no programa algumas das cadeiras que fazem parte do mestrado, como é o caso de "Catequética Fundamental" e "Iniciação Cristã".
Para frequentar esta formação, que se realiza aos Sábados, das 9h00 às 13h30, é necessário ser detentor de um grau superior, embora possam ser consideradas outras situações mediante a análise do currículo académico e profissional.
De acordo com a Faculdade de Teologia, a taxa de candidatura ao mestrado é de 110 €, o custo da matrícula, incluindo a primeira propina, é 230 €, e o valor das propinas mensais (dez por ano) é de 301,50 €.
A candidatura ao curso de especialização tem o custo de 65 €, a matrícula é de 230 € e as propinas (igualmente dez por ano) estão orçadas em 100,50 €.
A primeira fase de candidaturas para ambos os cursos termina a 27 de Julho, com as entrevistas agendadas para 28 e 29 do mesmo mês, seguindo-se a afixação dos resultados (6 de Agosto) e a realização das matrículas (de 31 desse mês a 3 de Setembro).
De 9 de Agosto a 2 de Setembro é aberto um novo período de candidaturas, sucedendo-se as entrevistas (dia 3), a publicação dos resultados (dia 6) e as matrículas (de 6 a 8).
Mais informações através da Faculdade de Teologia
telefones: 21 721 41 52 / 21 721 40 00
Webmaster|2010-07-15|11:22:48
Madeira: Jovens fazem experiência de viver no Seminário
O "estágio vocacional" acontece durante três dias, três vezes por ano (Natal, Páscoa e Verão) e pretende reunir, para uma experiência mais profunda, os jovens que já frequentam durante o ano o "Pré-Seminário", realizado uma vez por mês, aos sábados de manhã. No caso deste "estágio de Verão há já uma preocupação de congregar jovens e adolescentes, desde o 7.º ao 10.ºano de escolaridade, para lhes proporcionar alguns elementos de reflexão e de convivência, de forma a que cada um possa perspectivar o futuro em termos de admissão ao Seminário ou de continuar o seu percurso no Pré-Seminário", disse ao JM o Bispo do Funchal.
Para D. António Carrilho, que ontem presidiu à celebração da Eucaristia de encerramento do "estágio", realizado entre os dias 12, 13 e 14 de Julho, "a participação dos jovens nesta altura significa já um certo desejo e compromisso em relação ao discernimento feito"; e para o próprio Seminário trata-se de uma "acção vocacional tendo em vista a admissão de seminaristas para próximo ano lectivo", acrescentou.
Jovens provenientes de várias Paróquias
Neste "estágio de Verão" no Seminário Diocesano do Funchal participaram 17 jovens, de nove comunidades paroquiais: Calheta, Atouguia, Campanário, Santo António, Nazaré, Visitação, Machico, Carmo e São Roque; e ainda da igreja do Colégio.
São jovens que, na sua maioria, "fazem parte de grupos de Leitores, Acólitos, têm uma vida paroquial activa e também frequentam desde há algum tempo o Pré-Seminário", disse por seu lado o Pe. Marcos Gonçalves, membro da Equipa de responsáveis pelo Seminário (constituida ainda pelos Cónegos José Fiel de Sousa e Carlos Duarte Nunes, Pe. Héctor Figueira e Pe. Estêvão Fernandes, entre outros).
Em relação ao "estágio", os jovens "foram convidados a viver uma experiência comunitária de três dias, a entrar num quadro de vida diferente, com momentos de oração, eucaristia, reflexão, catequese; e ainda com uma parte criativa, como passeios, jogos, uma ida à praia e ao cinema", explicou.
Deste grupo, alguns jovens vão frequentar a tempo inteiro o Seminário Diocesano no próximo ano lectivo; enquanto se prevê também que a instituição abra portas a alunos do 9.º ano (até agora a admissão era a partir do 10.ºano).
"A experiência correu bem" e era bem visível a satisfação no rosto dos jovens em estágio; o mesmo revelava a opinião dos responsáveis pela iniciativa.
Para o futuro, o Seminário pretende continuar com estas propostas vocacionais, no âmbito da Pastoral diocesana em geral, e com o apoio de vários agentes, desde as famílias, pais, paróquias, catequistas e párocos. "É um trabalho contínuo, leva o seu tempo, mas todos devem colaborar".
Outro acontecimento a destacar neste momento na nossa Diocese é a próxima ordenação sacerdotal de três jovens Diáconos, no dia 24 de Julho (sábado), às 10 horas, na Sé, em cerimónia presidida por D. António Carrilho.
Webmaster|2010-07-15|11:20:27|Jornal da Madeira
Jornadas de Verão para catequistas
O Secretariado da Educação Cristã da diocese do Porto (SDEC) organiza as Jornadas de Verão para catequistas, no Seminário de Vilar no Porto, nos dias 16,17 e 18 de Julho. Esta iniciativa pretende oferecer "espaços de formação contínua aos catequistas, de criar um dinamismo de reflexão diocesana em torno da catequese, de responder aos desafios da realidade e às solicitações das comunidades" - sublinha um comunicado enviado à Agência ECCLESIA.
Através das VI Jornadas de Verão - Formação de Catequistas e outros Educadores - o S.D.E.C. proporciona aos Educadores da Fé um tempo de encontro para pensar o acto catequético.
Cursos propostos:
A Catequese ao serviço da Evangelização
- Identificar o lugar da catequese no processo de evangelização eclesial;
- Distinguir os indicadores de sucesso evangelizador da catequese;
- Identificar e potenciar os recursos evangelizadores das comunidades.
As narrativas bíblicas da criação em diálogo com a ciência
- Apreender novos paradigmas de leitura e interpretação (Gn 1-11), que permitam; redimensionar a perspectiva bíblica, sem suprimir a competência da ciência ;
-Distinguir a linguagem imagética da fé bíblica da linguagem da ciência, tirando daí as devidas consequências para um cristão.
Celebrações em catequese - O Sacramento da Eucaristia
-Aprofundar o significado da Eucaristia no processo da iniciação cristã;
-Elaborar catequeses mistagógicas para iniciação no mistério, nos símbolos e nos gestos litúrgicos.
O tema do amor na catequese da adolescência /A Sexualidade na educação integral da Pessoa
- Identificar o que específica a antropologia teológica sobre o amor;
- Formular e compreender a norma ética do amor;
- Assimilar os mecanismos de decisão ética.
- Adquirir conhecimentos científicos de base para uma formação pedagógica na área da sexualidade humana;
-Reflectir a construção duma educação da sexualidade que integre todas as dimensões da Pessoa.
Novas famílias, novos problemas: como acompanhar crianças de meios destruturados
- Compreender o desenvolvimento da criança;
- Compreender as dificuldades/problemáticas/patologias da infância;
- Descobrir dinâmicas individuais e de grupo para trabalhar com as crianças.
Eu e o Outro: a arte de comunicar e de se relacionar
-Reconhecer diferentes formas e estilos de comunicação interpessoal na relação com o outro (crianças/jovens, outros catequistas/educadores, pais,...);
-Melhorar as competências de comunicação interpessoal, facilitadoras de uma relação saudável com o outro.
Webmaster|2010-07-12|17:45:58
UCP: sétima edição da Síntese Catequética Avançada
De Outubro de 2010 a Julho de 2011 decorrerá a 7ª edição do Curso "Síntese Catequética Avançada", promovido pela Universidade Católica Portuguesa (UCP).
A iniciativa é apresentada pelos seus promotores como "uma oportunidade de aprofundamento da identidade cristã e dos fundamentos da missão".
O curso, a frequentar pela Internet, pode também ser efectuado numa modalidade menos intensa, de dois anos, mediante acordo com paróquias e/ou movimentos.
As candidaturas podem ser apresentadas até 13 de Agosto (1ª Fase) ou de 1 a 27 de Setembro (2ª fase).
Para mais esclarecimentos: http://www.ft.lisboa.ucp.pt/ (Ensino a Distância/Síntese Catequética Avançada)
Webmaster|2010-07-09|13:53:05
Propostas de Formação Cristã do Centro de Cultura Católica do Porto
O Centro de Cultura Católica do Porto (CCC), a funcionar na Casa da Torre da Marca, deu a conhecer o seu programa de cursos para o ano lectivo de 2010/2011, subordinando as várias propostas, no contexto da Missão diocesana 2010, ao lema "Formação para a Missão: Manter desperta a busca da Verdade; Levar Jesus Cristo a quem O procura", inspirado nas intervenções de Bento XVI, por ocasião da sua visita a Portugal. Como espaço de formação laical da diocese do Porto, o CCC pretende manter desperta a busca da verdade e ajudar a aprofundar o conhecimento de Jesus Cristo, Aquele por quem todos mais profundamente esperam e a partir do qual tudo se define, também a Missão eclesial.
Este período forte da vida diocesana, em que as paróquias, movimentos e organismos de apostolado participam na Missão e revestem de dinâmica evangelizadora todos os seus serviços e acções, é também ocasião para repensarem a formação dos seus membros mais empenhados. O CCC dispõe-se a acolher os cristãos que buscam uma fé mais esclarecida, aqueles que as comunidades entendem mandar formar para o serviço eclesial, as religiosas que desejam acrescentar saber teológico à sua vida de consagração e os candidatos ao diaconado permanente no seu percurso formativo para a ordenação.
Os cursos previstos
O CCC mantém em 2010/2011 os habituais cursos no âmbito da teologia, da catequese e educação da fé, e da liturgia. Tendo-se concluído a fase curricular do Curso de Visitadores Pastorais em Instituições da Terceira Idade, organizado em conjugação com os Secretariados Diocesanos da Pastoral da Saúde e da Pastoral Social e Caritativa encontram-se em preparação novas iniciativas de formação a divulgar posteriormente. Para 2010/11 encontram-se já programados os cursos a seguir apresentados.
1.Curso Básico de Teologia
O Curso Básico de Teologia, com um plano de estudos distribuído por três anos em regime rotativo, faculta aos alunos uma formação teológico-pastoral de nível médio. As aulas decorrem às quintas e sextas-feiras em horário pós-laboral (das 19 às 21 horas) e aos sábados de manhã (8.30 às 13 horas).
Em 2010/2011 vão ser leccionadas as seguintes disciplinas pelos professores indicados: Teologia Fundamental (P. Joaquim Monteiro, OFM Cap.); Introdução à Sagrada Escritura (D. António Taipa); Pastoral Familiar (P. Emanuel Brandão de Sousa); Teologia da Vocação (P. Jorge Madureira Soares); Liturgia I: O Diálogo de Deus com o Seu Povo (Cón. João da Silva Peixoto); História da Igreja I: Época Antiga e Medieval (Vitor Gomes Teixeira); Questões Selectas de Filosofia (P. António Augusto Azevedo); Sagrada Escritura II: O Evangelho e os Evangelhos (P. Herculano Alves, OFM, Cap.), Teologia Moral I: Os Fundamentos da Moral Cristã (Maria da Glória Magalhães; FMNS). De modo a ir ao encontro do interesse e disponibilidade dos alunos, para além da inscrição para frequência integral do Curso, admite-se também a inscrição por disciplinas.
2.Curso Complementar de Formação de Catequistas
O Curso Complementar de Formação de Catequistas, organizado em colaboração com o Secretariado Diocesano da Educação Cristã, vai ser leccionado aos sábados de manhã, em regime rotativo, segundo um plano de estudos trienal, que integra no próximo ano as seguintes disciplinas do Curso Básico de Teologia: Liturgia I; História da Igreja I; Questões Selectas de Filosofia; Sagrada Escritura II; Teologia Moral I.
3.Cursos de Ministérios Litúrgicos
Os Cursos de Ministérios Litúrgicos, pensados e desenvolvidos em colaboração com o Secretariado Diocesano de Liturgia, fornecem àqueles que os frequentam as competências necessárias para o exercício dos ministérios e serviços no âmbito da liturgia. No seguimento dos anos anteriores, estão previstos os seguintes cursos:
- O Curso de Acólitos, que forma para o serviço litúrgico do altar e do presidente na celebração da Eucaristia e dos outros sacramentos e sacramentais e integra as seguintes disciplinas: Arte e Liturgia; Cerimonial; História da Salvação; Liturgia; Movimento e Expressão Corporal; Simbólica Litúrgica.
- O Curso de Leitores, que forma para o serviço litúrgico da Palavra e integra as seguintes disciplinas: Arte de Dizer; História da Salvação; Leccionário; Leitura em Coro; Liturgia; Sagrada Escritura; Proclamação Litúrgica.
- O Curso de Música Litúrgica, que forma para o serviço litúrgico de canto e música (organistas, directores de coro e de assembleia, salmistas, cantores...) e se desdobra no Curso Preparatório, no Curso de Salmistas e no Curso Geral. O Curso Preparatório visa proporcional aos candidatos as habilitações indispensáveis para poderem frequentar com aproveitamento o Curso Geral e integra as disciplinas de Canto; Coro; Formação Musical e Piano. O plano de estudos do Curso de Salmistas é constituído pelas disciplinas de Arte de Dizer; Canto; Coro; Formação Musical; História da Salvação; Instrumento de Tecla; Liturgia e Proclamação Litúrgica. No Curso Geral são leccionadas as disciplinas de Coro; Direcção Coral; História da Música Sacra; História da Salvação; Harmonia; Liturgia e Órgão.
Estes cursos, de duração trienal, são leccionados aos sábados de manhã (leitores e acólitos) e também de tarde (música litúrgica). O calendário e horário das aulas individuais são estabelecidos de acordo com as disponibilidades dos professores e dos alunos.
Mais informações podem ser obtidas nos prospectos enviados para as paróquias e comunidades cristãs, na Secretaria do CCC no horário indicado para as inscrições ou em http://www.ccc.diocese-porto.pt/.
Webmaster|2010-06-29|00:23:04|AE
Iniciação à fé cristã das crianças
A Fundação Betânia promove o encontro subordinado ao tema "A iniciação à fé cristã das crianças de hoje", num percurso que passa pela teologia e pedagogia. A iniciativa destina-se a catequistas, pais e outros educadores.
Os trabalhos decorrerão de 24 a 26 de Setembro, no Seminário de Nossa Senhora de Fátima, Alfragide, arredores de Lisboa. Têm início às 19h de dia 24 e terminam com o almoço do dia 26. O programa inclui conferências, tempo de oração, ateliês.
As inscrições terminam a 5 de Setembro. O preço diário, incluindo alojamento e refeições, é de 30 euros. Há outras modalidades e a organização prevê a possibilidade de providenciar um fundo para cobrir, total ou parcialmente, despesas de catequistas com dificuldades económicas. Programa e mais informações aqui.
Webmaster|2010-06-23|11:53:31
Braga: Curso de Catequética na Faculdade de Teologia
A Faculdade de Teologia - Braga, em colaboração com o Departamento Arquidiocesano de Catequese (DAC), organiza um Curso de Introdução à Catequética no próximo ano lectivo.
Este curso de extensão universitária destina-se a todos os agentes de pastoral, sobretudo os que já realizaram outras acções de formação, e pretende habilitar para a percepção da "pedagogia Divina ao longo da história do Povo de Deus", tomando "consciência que a Igreja, hoje, deve ser continuadora dessa pedagogia", numa lógica de iniciação cristã.
No seguimento das imensas acções de formação desenvolvidas nos últimos anos pelos serviços de formação do DAC, a preocupação formativa imediata vai no sentido de uma formação especializada.
As aulas terão a duração de dois semestres e incluem as seguintes disciplinas: Catequética, História da Catequese, Mensagem Cristã, Pedagogia e Didáctica da Catequese, Psico-sociologia e a Catequese na Igreja Particular.
Os estudos andarão à volta das "linhas fundamentais de reflexão dos Documentos catequéticos contemporâneos", do "saber o que é o Catecumenado e suas implicações para a catequese" ou como "valorizar a identidade do catequista", passando pela "leitura crítica da História da Catequese, comparando-a com a História da Igreja e das sociedades" bem como "conhecer a História da Salvação, como conteúdo catequético", terminando no "aprofundar a relação entre os métodos e suas qualidades"; "conhecer os diferentes itinerários apresentados ao longo da história da Igreja" ou "saber como se organiza a pastoral catequética numa Paróquia e numa diocese" e, por fim, como "realizar um projecto de catequese, a partir de uma realidade concreta".
Webmaster|2010-06-22|11:45:56
Jornadas de catequese na Guarda
"A Oração na Vida do Catequista" é o tema das Jornadas de Catequese e Retiro para Catequistas da Guarda.
Organizado pelo Departamento da Educação Cristã da Infância e Adolescência, do Secretariado Diocesano da Educação Cristã da Guarda, este encontro vai realizar-se nos dias 8 e 9 de Maio, no Centro Apostólico D. João de Oliveira Matos, na Guarda.
No primeiro dia, o Cónego Pereira de Matos vai apresentar o tema "A oração do Pai Nosso", e o padre Moiteiro Ramos abordará o tema "A oração na catequese". Haverá também trabalho de grupos sobre " a oração nos catecismos". No segundo dia o Diácono Luís Freire orientará a "Lectio Divina" e o padre Moiteiro Ramos falará sobre "A oração de Jesus".
Esta actividade de "trabalho, oração e reflexão" é direccionada a todos os catequistas da Diocese. As inscrições para refeições e alojamento estão abertas até ao dia 5 de Maio.
Webmaster|2010-04-30|13:35:18
«Catequeses sobre o Ano Sacerdotal»
É com o maior gosto que disponibilizamos este pequeno conjunto de Catequeses sobre o Ano Sacerdotal, que celebramos até ao próximo mês de Junho.
Agora que, na maior parte dos casos, já tereis trabalhado com os vossos grupos a grande parte dos conteúdos e estratégias dos 1º e 2º Blocos dos respectivos Catecismos, seria oportuno que pudésseis programar uma ou duas catequeses sobre o Sacerdócio e, no caso dos adolescentes, também sobre a Vocação Sacerdotal do Povo de Deus. É importante que as crianças e os adolescentes em formação possam compreender o que é a vocação, o que ela significa, para todos nós, numa perspectiva cristã, e também que reflictam sobre a vocação específica para o Sacerdócio, tal como o Santo Padre nos pediu. É no seio das famílias e das comunidades de fé que se estruturam as vocações em geral, e também aquelas que supõem uma entrega radical ao serviço da Igreja e da Palavra. Dêmo-las, pois, a conhecer àqueles que nos estão confiados, confiantes, também, de que o Senhor falará ao coração e à reflexão de cada um, cientes de que nos corresponde a nós contribuir para a preparação do seu exercício particular de discernimento.
Estas catequeses que vos enviamos destinam-se aos catequizandos da 2ª e 3ª fases da infância e aos da adolescência. Para a 1ªfase da infância propomos-vos que utilizem a catequese sobre o Sacramento da Ordem que está integrada no 3º Catecismo, «Padres para Servir». E, em termos mais gerais, esta mesma catequese será útil para todos os catequistas pois propõe que a catequese seja preparada e implementada em conjunto com um sacerdote, porventura, o vosso Pároco. A presença e o testemunho directo do sacerdote são tão importantes e educativos que não hesiteis em conseguir a sua cooperação, mesmo que seja necessário juntar grupos, mudar horários e preparar todas aquelas adaptações que tão bem sabeis fazer em função de uma Catequese bem pensada, bem preparada, bem vivida!
Assim, este contributo, preparado pelo Rev.P.João Alves e a Dr.ª Maria Luísa Boléo, conforma o nosso muito pessoal voto de que continueis a viver com a alegria e esperança da Ressurreição estas últimas semanas de Catequese. E que elas possam ser, para cada um de vós, Catequistas, e para as vossas crianças e adolescentes, uma experiência continuada de conversão e renovação da fé tão necessárias no testemunho de uma conversa sobre a nossa vocação cristã, sempre motivadas pela promessa de Salvação que o Senhor nos oferece. Que excelente modo de preparar as celebrações e Festas que se aproximam!
Confiante de que viveis essa vocação na Catequese, com o melhor do vosso esforço, da vossa vontade e do vosso amor, vos envio um abraço amigo, com votos de que o Senhor vos acompanhe e assista nos vossos esforços, dificuldades e imensos sucessos.
Webmaster|2010-04-24|07:35:17
Catequese desaproveita inclinação para a religião
A catequese está a negligenciar a inclinação para o religioso inerente à personalidade das crianças e adolescentes, considera a responsável pelo Departamento de Formação do Secretariado Nacional da Educação Cristã.
Em entrevista à Agência ECCLESIA, Cristina Sá Carvalho sublinha que a abertura à simbólica e à estética, assim como a preocupação pela distinção entre o bem e o mal, constituem algumas das estruturas psicológicas dos mais novos que favorecem a adesão à transcendência.
A psicóloga destaca também a frequência com que as crianças e adolescentes anunciam os conteúdos cristãos e convencem familiares e amigos a aproximarem-se da Igreja: "Há muitos casos em que eles levam a mensagem para casa e trazem os pais e colegas da escola à catequese".
A formação técnica e espiritual e a diversificação dos conteúdos são alguns dos temas em foco no Encontro Nacional de Catequese, que decorre no Funchal.
No entender de Cristina Sá Carvalho, a catequese não pode ser uma "experiência escolar" centrada na "transmissão da doutrina", pelo que é preciso reforçar as dinâmicas que dão mais importância à Palavra de Deus e à liturgia.
Por outro lado, o testemunho e a "qualidade da experiência da fé do catequista" são questões centrais "numa catequese que quer converter, fazer discípulos e pessoas que vivem com alegria uma vida em Cristo", explica a professora universitária.
"Não podemos dar o que não temos. Se a fé do catequista não é robusta nem contagiante, ele não consegue comunicar nada de válido", sintetiza.
A aplicação dos conhecimentos e valores adquiridos após o itinerário catequético tem sido uma das inquietações da Igreja: "Os resultados que nós encontramos depois de muitos anos de catequese não são os mais animadores", afirmou D. Anacleto Oliveira, bispo auxiliar de Lisboa, ao Jornal da Madeira.
"As crianças e jovens estão 10 anos connosco e a seguir o que é que acontece? Que tipo de transformação na sua vida, que tipo de prática cristã, de intervenção na sociedade e de liderança é que estes miúdos são capazes de fazer?", questiona Cristina Sá Carvalho, que admite a necessidade de rever materiais, tempos e espaços da catequese, mas sem que essas alterações se possam considerar uma "revolução".
A responsável adiantou que está para breve a edição de um novo manual: "Supomos que na assembleia especial dos bispos que vai decorrer em Junho será levado à aprovação o novo catecismo do 4.º ano".
Quando se completar a remodelação dos livros do 5.º e 6.º "volumes", actualmente em curso, ficará concluído o processo de renovação dos manuais da denominada "catequese de infância", isto é, dos seis primeiros anos.
O Encontro Nacional de Catequese, organizado pelo Secretariado Nacional da Educação Cristã, começou na Segunda-feira, tendo contado com a presença de cerca de 50 participantes de todo o país.
A iniciativa, que termina esta Quinta-feira, foi dedicada ao tema "A Catequese dos Adolescentes".
Encontro Nacional de Catequese 2010
De 5 a 8 de Abril decorre no Funchal o Encontro Nacional de Catequese.
Subordinado ao tema "A catequese dos Adolescentes" são objectivos do Encontro, partindo "do conceito de catequese como experiência de fé "fazer o levantamento dos ecos das dioceses - potencialidades/desafios e problemas" e abrir "perspectivas de reorganização e aproveitamento de potencialidades".
Programa do Encontro Nacional
6 de Abril
Abertura dos trabalhos - D.Tomaz Silva Nunes, Bispo Auxiliar de Lisboa, Presidente da Comissão Episcopal da Educação Cristã, com a presença de D.António Carrilho, Bispo do Funchal.
Filme e comentário:
«Ser adolescente hoje - "Em que somos nós capazes de acreditar?"»
1ª Conferência: «Como crêem os adolescentes: cultura adolescente e construção da fé» - Doutor Alfredo Teixeira, Director do Instituto Universitário de Ciências Religiosas, FT-UCP.
2ª Conferência: «Abrir perspectivas»:
1. A experiência religiosa na adolescência - P.Manuel Queirós da Costa, catequeta, Director do Secretariado Diocesano da Catequese de Vila Real.
2. Equacionar desafios. - P. Paulo Malícia, biblista, Director do Secretariado Diocasano da Catequese de Lisboa.
7 de Abril
Trabalho de Grupos: «Experiências, perspectivas, linhas de acção - o "deve ser" da catequese da adolescência»
- Que estilo de catequese?Secretário: P. Manuel Queirós- Que tempos e lugares para a catequese?Secretário: P.Paulo Malícia- Que relação com os catecismos?Secretário: P.Luís Miguel Rodrigues- Que relação com a comunidade?Secretário: Paulo Campino- Que liturgia?Secretário: P.Tiago Neto- Que formação de catequistas?Secretária: Maria Luísa Boléo19.00 h - Missa da Paróquia da Nazaré, presidida por Sr.D.António Carrilho, Bispo do Funchal.
Webmaster|2010-03-30|13:26:45
Secretariado Nacional de Educação Cristã quer catequistas maduros
O Secretariado Nacional de Educação Cristã quer catequistas "humanamente e religiosamente maduros". Nas Jornadas Nacionais que juntaram em Fátima catequistas de 19 dioceses do país, esta foi a preocupação dominante.
O SNEC tem investido num trabalho contínuo junto dos responsáveis pela formação catequética das crianças e adolescentes. Cristina Sá Carvalho, psicóloga e responsável pelo departamento de formação deste secretariado, indica à Agência ECCLESIA que a sociedade "vive em função de valores segundo interesses pessoais".
Pela responsabilidade e "centro que assumem na catequese", Cristina Sá Carvalho indica que os catequistas devem ser "pessoas adultas na sua fé".
Se o trabalho de "crescimento na fé for maduro e mais poderoso do ponto de vista pedagógico, é claro que a qualidade da catequese aumenta muito".
A formação e a necessidade de uma convergência entre valores e acção cristã são necessidades apontadas para a presença de cristãos mais activos e empenhados na sociedade.
A falta de formação dos católicos, indica Cristina Sá Carvalho, "ultrapassa a questão dos valores".
"Aquilo a que os cristãos são chamados é a uma transformação da sua personalidade em função de um modelo. Pede-se ao cristão que assuma a sua existência dentro de um quadro de referência humana. Só assim se pode ser transformador na sociedade", reconhece a psicóloga.
A profissionalização dos catequistas é o objectivo cimeiro do SNEC. Confundida com disponibilidade e boa vontade dos cristãos, a catequese é o espaço de formação e iniciação cristã para muitas crianças e adolescentes.
Acerca da formação dos catequistas, Cristina Sá Carvalho valoriza as "boas vontades". "Este sentimento é verdadeiramente cristão", sendo por isso, "essencial, num mundo em que as pessoas vendem tudo".
No entanto esta "boa vontade" tem de caminhar para o "profissionalismo, rigor e máximo das nossas capacidades", sublinha Cristina Sá Carvalho.
Nas Jornadas Nacionais que decorreram no passado fim-de-semana, com o tema «A Espiritualidade do catequista Vivência e Transmissão da Fé», a organização destaca ainda uma participação plural, "inclusivamente com 30 catequistas vindos dos Açores". A responsável pelo departamento de formação do SNEC indica ser sintoma de "uma vontade de fazer crescer a catequese e melhorar as práticas pastorais".
Webmaster|2010-03-16|08:29:24
Congresso "Jacinta Marto: Do encontro à compaixão"
No contexto das comemorações do centenário do nascimento de Jacinta Marto, o Santuário de Fátima vai realizar um congresso sobre esta criança, que decorrerá de 4 a 6 de Junho de 2010, no Centro Paulo VI, do Santuário de Fátima, e terá como título Jacinta Marto: Do encontro à compaixão.
Parece-nos que esta será uma boa oportunidade para uma abordagem à mensagem de Fátima a partir da espiritualidade da vidente Jacinta. Procuraremos conhecer melhor a personalidade desta criança e também identificar alguns elementos relevantes da sua atitude interior, que julgamos significativos para toda a vida cristã.
Por julgarmos este congresso do maior interesse, apresentamos-lhe o convite para participar e juntamos o folheto com o programa completo, onde poderá encontrar todas as indicações necessárias para se inscrever. Pedimos ainda que estenda este convite às pessoas que lhe são próximas ou com quem trabalha, e que divulgue, na medida do que for oportuno, esta iniciativa.
Poderá encontrar mais informações em www.fatima.pt.
Confiando as suas intenções à intercessão dos Beatos Francisco e Jacinta Marto, subscrevemo-nos com toda a consideração.
P. Virgílio Antunes P. Vítor Coutinho
(Reitor do Santuário de Fátima) (Presidente do Congresso)
Webmaster|2010-03-02|08:44:54
III Semana Bíblica da Diocese de Viseu
A III Semana Bíblica da Diocese de Viseu vai decorrer no Centro Pastoral Diocesano, de 22 a 26 de Fevereiro de 2010, organizada Departamento de Adultos do Secretariado Diocesano da Educação Cristã e pelo Movimento de Dinamização Bíblica, dos franciscanos capuchinhos, com a colaboração do Instituto Superior de Teologia e do Departamento dos Bens Culturais da Diocese de Viseu.
A sociedade actual tem uma gigantesca capacidade de triturar as notícias e de as reduzir a nada. Hoje, nada surpreende! A Bíblia é o lugar, sempre novo, do encontro da Palavra de Deus com a palavra humana. Deus a plasmar a história com a "doçura" da sua Palavra. É pela palavra, à imagem de Deus, que o homem pode harmonizar as forças do seu caos interior.
Assim, o encontro e reencontro com a Palavra de Deus, também no ambiente de uma semana bíblica, é sempre um auxílio, tantas vezes decisivo, para resolver os grandes problemas que temos de enfrentar na actualidade, ajudando-nos a forjar um projecto de vida, pois Jesus Cristo quer continuar a partilhar amorosamente, e até ao fim, a existência de cada um de nós e os nossos abismos. Quer acompanhar-nos, mostrar-nos a riqueza do nosso coração, ensinar-nos a amar e abrir-nos os olhos para a luz.
Pretende-se, entre outros objectivos, que esta Semana Bíblica seja um contributo fecundo para o desenvolver ainda mais a pastoral bíblica, na diocese de Viseu, que pode passar por: uma Bíblia em cada família; pelo menos um Grupo de Leitura Orante da Bíblia em cada paróquia; uma Escola Bíblica ou Escola da Palavra em cada arciprestado; e um Secretariado Bíblico Diocesano que coordene e apoie toda esta acção pastoral.
Programa
III Semana Bíblica de Viseu
22-26 de Fevereiro de 2010
Centro Pastoral de Viseu - das 20.45 às 22.30h
Segunda, 22: A Voz. Revelação. D. António Couto, bispo auxiliar de Braga.
Terça, 23: O Rosto. Jesus Cristo. Doutor José Carlos Carvalho, UCP-Porto
Quarta, 24: A Casa. Igreja: Fr. Herculano Alves, UCP-Porto.
Quinta, 25: Os Caminhos. Missão. D.Ilídio Leandro, Bispo de Viseu.
Sexta, 26: O Modelo. Lectio Divina. Fr. Lopes Morgado, Revista Bíblica.
Estará patente a exposição: «O Rosto. Jesus Cristo» - da responsabilidade do Departamento dos Bens Culturais da Diocese de Viseu.
Webmaster|2010-02-12|14:43:50
Sector da Catequese da Diocese do Algarve incentiva partilha com o Haiti
O Sector da Catequese da Infância e Adolescência da Diocese do Algarve enviou às paróquias algarvias uma proposta de campanha de preparação para a Quaresma dos grupos de catequese que incentiva a adesão das crianças e adolescentes à das renúncias quaresmais para o Haiti.
A campanha sugere mesmo que se encontre nas salas de catequese um lugar próprio para a colocação de um mealheiro com essa finalidade. "Podem também estar colocados na mesa alguns símbolos idênticos aos que serão levados à Liturgia dominical, e, ao lado, um pequeno mealheiro para a partilha das renúncias quaresmais, este ano orientadas para ajudar a Igreja do Haiti", refere o texto do documento enviado às paróquias do Algarve.
Recorde-se que, no dia 21 do mês passado, a Diocese do Algarve informou que o seu Bispo decidiu, "depois de reunir com o Conselho Presbiteral e com a Comissão Permanente do Conselho Diocesano de Pastoral", destinar as renúncias da Quaresma de 2010 à Igreja haitiana.
A Campanha Quaresmal, intitulada ‘Com Cristo a caminho da Páscoa', prevê que, na liturgia dominical, sejam apresentados vários símbolos acompanhados de um cartaz com algumas frases, apresentado à comunidade durante a homilia da Eucaristia, e seja feita uma prece por um adolescente que depositará um outro símbolo que lhe está anexo junto dos outros símbolos.
A proposta prevê ainda que cada grupo organize um quadro com uma estação da via-sacra para ser colocado em lugar próprio da igreja no dia em que se realizar a via-sacra orientada pela catequese e no Domingo de Ramos sugere-se que os grupos se insiram na bênção e procissão dos ramos empunhando dísticos próprios.
Em cada domingo, os catequizandos podem também receber uma estampa relacionada com a respectiva temática dominical na qual se propõe uma atitude a cultivar.
Na catequese, a campanha pede que cada catequista afixe na sala de catequese a frase síntese em cartaz, procurando orientar o compromisso para a mesma; que se reze uma oração e que se cante um cântico.
Aquele serviço da pastoral da Igreja algarvia explica que, a campanha em causa "pretende ser apenas uma proposta, e não mais que isso". "Sabemos que há catequistas com muita criatividade que a poderão melhorar, adaptar à realidade da sua paróquia, ou mesmo até de a substituir por outra", acrescenta o Sector Diocesano da Catequese da Infância e Adolescência, explicando ainda que "dado que muitas paróquias têm catequizandos em caminhada catecumenal rumo ao Baptismo", foram escolhidas para a campanha as leituras do ano A.
Webmaster|2010-02-12|13:59:34|Agência Ecclesia
Jornadas Nacionais de Catequistas 2010
«A Espiritualidade do catequista Vivência e Transmissão da Fé» é o tema das Jornadas Nacionais de Catequistas, que se realizaram em Fátima, no Seminário do Verbo Divino, de 12 a 14 de Março de 2010.
Tendo como como objectivo promover o questionamento pessoal dos catequistas em torno da sua própria conversão e maturidade de fé, a partir da reflexão sobre o «acreditar», base insubstituível do seu testemunho crente e credível e da sua vocação educativa em contexto de catequese.
Como consequência dessa experiência de aprofundamento, e procurando fortalecê-la em torno do diálogo formação-prática, procurar-se-á fornecer, também, pistas de trabalho que o habilitem a promover o mesmo processo de conversão e maturidade nos catequizandos, nomeadamente através de propostas diversificadas, mas sempre articuladas, de trabalho de atelier, com a necessária especialização em torno da infância e da adolescência.
As inscrições devem ser enviadas para o Serviço Diocesano de Catequistas de cada diocese até ao dia 23 de Fevereiro.
Programa
12 de Março, 6ªfeira
13 de Março, Sábado
| Formador | |
Tema | Infância | Adolescência |
Lectio Divina | Purificação Guilherme | P.Luís Miguel Rodrigues |
Oração | Ir.Alda Rêgo | Assunção Costa |
Sacramento da Reconciliação | P.José Henrique Pedrosa | P.Abel Bandeira |
Eucaristia com... | P.Tiago Neto | Paulo Campino |
Preparar para o testemunho, viver a responsabilidade | Dimas Pedrinho | P.Paulo Malícia |
A Espiritualidade na ... | José Pedro Costa | P.Queirós da Costa |
20.45 horas - Serão Social
14 de Março, Domingo
Jornadas Bíblicas dos Açores
As Jornadas Bíblicas dos Açores (JBA) irão decorrer nas ilhas Faial, Pico e Terceira, de 22 a 27 de Fevereiro, sob o tema “Estar no Mundo Sem se Ser do Mundo”.
O programa prevê abordar dois subtemas: «O sacerdócio de Jesus e o dos seus discípulos (JO 17)» e «O sacerdócio de Cristo: mediação e plenitude (HB 8, 1-10,18)», que serão expostos de igual modo, em todas as ilhas que fazem parte desse evento de cariz religioso, a cada um dos dias previstos.
Assim, as JBA irão realizar-se em primeiro lugar no Faial, no Polivalente dos Flamengos (a 22 e 23 de Fevereiro), seguindo-se o Pico, no Salão Paroquial de São Roque (dias 24 e 25); e a Terceira, no Salão da Casa do Povo da Ribeirinha (a 26 e 27), todos com início previsto às 20h00.
O conferencista será o Padre João Alberto Correia, da Faculdade de Teologia de Braga.
Webmaster|2010-02-12|10:20:50
Actividades do Departamento da Catequese de Lisboa
O Departamento da Catequese de Lisboa (DEC) apresenta, durante a Quaresma, várias actcividades que abarcam a catequese da Infância/adolescência e o Despertar da Fé dos mais pequenos.
Velada de oração com os pastorinhos
O DEC, em colaboração com o Centro de Difusão da Mensagem de Fátima da Diocese de Lisboa e “Crianças Rezam Com os Pastorinhos”, enviaram um convite a todas as crianças, até aos 12 anos, da diocese de Lisboa, a participar no grande encontro de oração infantil.
O evento vai acontecer no próximo dia 20 de Fevereiro, pelas 14h30, na Igreja de Santa Maria de Belé (Jerónimos), e tem a presidência de D. Tomaz Silva Nunes, presidente da Comissão Episcopal da Educação Cristã e bispo auxiliar de Lisboa.
Despertar da Fé promove a preparação da Quaresma e da Páscoa
Num comunicado enviado ao www.educris.com o DEC de Lisboa afirma que "com o itinerário da Quaresma e da Páscoa pretende-se continuar a apoiar as instituições educativas, de identidade cristã, com propostas pedagógicas de crescimento nos valores humanos e cristãos, ao ritmo da cultura e liturgia cristãs.
A preparação da Páscoa é um tempo propício para a descoberta das realidades mais profundas da nossa existência, porque acreditamos que Jesus Cristo nos amou até ao fim e ressuscitou. Viver como cristãos é viver na confiança de que a nossa vida é já vida para sempre com Jesus.
O tempo da Quaresma convida a crescer nos valores de sobriedade, de descoberta do que é essencial na vida, de partilha, de interioridade e de oração.
O percurso da Quaresma e da Páscoa deste ano de 2010 também nos convida a preparar a visita do Papa na sua missão de sucessor de Pedro.
No projecto que propomos para os mais pequeninos, não seguimos passo a passo o evangelho de cada Domingo da Quaresma do ano C. Esse percurso foi feito no projecto do Despertar de 2007. Se alguém o desejar poderá solicitar-nos e enviaremos como melhor convier.
O Itinerário que preparámos para este ano desenvolve-se em seis etapas: quatro etapas antes da Páscoa e duas depois da Páscoa."
Visita do Papa preparada pelos Adolescentes
"Com São Pedro preparamos a visita do Papa a Portugal" é a actividade proposta pelo Departamento da Catequese de Lisboa (DEC) para preparar os Adolescentes da Diocese para a visita do Santo Padre ao nosso País e à diocese de Lisboa.
Webmaster|2010-02-11|19:29:14
"Caminho de Vida - Viver a Páscoa em Família"
Já está disponível a proposta para a campanha da Quaresma 2010 da Catequese de Leiria-Fátima.
À semelhança da proposta do Advento, esta campanha procura incentivar a vivência familiar da caminhada para a Páscoa, com a construção de um «canto de oração» em casa, e a proposta de um breve momento de oração em família. Para cada semana sugere-se também uma acção. Com uma referência constante ao Baptismo, procura reforçar-se a consciência baptismal e ajudar a viver a dimensão de «igreja familiar» a que cada família cristã é convidada na carta pastoral deste ano: «Família, reaviva o dom da comunhão que está em ti! Cultiva a espiritualidade da comunhão!» (D. António Marto). Nesse sentido, a campanha inclui também um momento de oração familiar para o dia de Páscoa. No «canto de oração», em cada semana é colocado um novo sinal, tendo como ponto de partida e ponto de chagada a cruz, a mesma cruz que poderá ser utilizada no momento da bênção da família, na Visita Pascal. http://www.box.net/shared/rf08znt4qu
Catequeses para a Confirmação e a Eucaristia
O Secretariado Nacional de Liturgia acaba de publicar as "Catequeses para a Confirmação e a Eucaristia". Depois de algumas Catequeses publicadas no Boletim de Pastoral Litúrgica, eis que surge, em livro, as 35 Catequeses que compõe esta caminhada de preparação para a Confirmação e a Eucaristia.
As "Catequeses para a Confirmação e a Eucaristia" começaram por ser a resposta dada por escrito, semana após semana, a um grupo de adultos que desejavam completar a sua Iniciação Cristã e conhecer melhor o dom que, em criança, lhes fora dado por Deus, através da Igreja, no Baptismo.
Aceite o desafio, o trabalho foi sendo feito, pelo autor, nos seus momentos livres, e, não obstante alguns imprevistos, que acontecem quando menos se espera, sempre esteve pronto a horas de ser utilizado pelos catequistas desses adultos, nos encontros semanais que tinham com eles.
Foram aliás, esses catequistas, juntamente com os seus "alunos" e amigos, os primeiros a reconhecer, à medida que as lições iam sendo escritas, expostas e estudadas, algumas qualidades que gostavam de salientar quando falavam do assunto: simplicidade na formulação, clareza na abordagem dos assuntos,riqueza e solidez de conteúdos e, sobretudo, o que era novidade para muitos, a presença mais nítida ou mais velada, duma perspectiva litúrgica que nem sempre aparece claramente sublinhada em livros de catequese.
Não tardou muito que a audiência dada a este trabalho ultrapassasse as fronteiras paroquiais e voasse, nas asas da Internet, um pouco por toda a parte. Muitos conhecidos e amigos do autor solicitavam-lhe osficheiros do computador, para que pudessem imprimir e utilizar as catequeses, em grupos de adultos que se preparavam para o Crisma. Nenhum pedido ficou sem resposta positiva, começando então a chegar mensagens com a sugestão de que as folhas soltas viessem a transformar-se em livro.
Entretanto, a redacção do Boletim de Pastoral Litúrgica sugeriu que os temas fossem publicados,ao ritmo de um por número, nas páginas do Boletim.
Esta pequena história justifica que a edição das "Catequeses para a Confirmação e a Eucaristia" tenha sido assumida pelo Secretariado Nacional de Liturgia, apesar de não se tratar, como é óbvio, de um livro litúrgico propriamente dito. Mesmo assim, quer a organização das Catequeses, quer a dimensão celebrativa que aí aparece, correspondem àquelas que o Ritual da Iniciação Cristã dos Adultos propõe para os catecúmenos (cf. RICA, n. 19, § 1, p. 27).
Por: José de Leão Cordeiro | Secretariado Nacional da Liturgia
Webmaster|2010-02-10|14:35:49
Fátima prepara exposição sobre a Beata Jacinta Marto
Santuário assinala festa litúrgica de Francisco e Jacinta com um programa especial para crianças
No ano do centenário do seu nascimento, em que o Santuário de Fátima se volta para figura de Jacinta Marto e a toma como especial modelo, o Departamento de Arte e Património (DAP) do Santuário de Fátima prepara uma exposição sobre esta importante figura da história e da mensagem de Fátima.
A inauguração da exposição, que ficará patente no vestíbulo do convivium de Santo Agostinho, na Igreja da Santíssima Trindade, decorrerá a 11 de Março, no dia dos cem anos do nascimento de Jacinta Marto.
Em declarações à Sala de Imprensa do Santuário, Marco Daniel Duarte, responsável pelo DAP, contextualiza este novo projecto: “Com a mostra, encerra-se o projecto que iniciou no ano anterior, quando se expuseram vários objectos do património histórico-artístico, documental e bibliográfico sobre a figura do Beato Francisco. Os visitantes poderão contemplar vários objectos que pertenceram à mais nova das crianças videntes e alguns dos documentos que fizeram a história de Fátima, material especialmente museografado a fim de ajudar a melhor entender a vida e espiritualidade da Beata Jacinta Marto”.
À semelhança da exposição de 2009, sobre Francisco Marto, também esta vai buscar às palavras do Papa João Paulo II, proferidas no dia da beatificação dos dois pastorinhos, a 13 de Maio de 2000 em Fátima, o título desta iniciativa: “Jacinta Marto: candeia que Deus acendeu”.
Festa Litúrgica
No 90º aniversário da morte da Beata Jacinta Marto, a 20 de Fevereiro, a Igreja celebra a Festa litúrgica dos Beatos Francisco e Jacinta Marto, dois dos três pastorinhos videntes de Fátima. De novo este ano, o Santuário de Fátima prepara um programa que se volta sobretudo para as crianças, num convite que se alarga às suas famílias para tempos de oração, catequese e celebração eucarística.
Por estar vigente desde final de 2009 a realização mensal de um programa especifico direccionado para os mais novos, intitulado “UM DIA COM AS CRIANÇAS” e agendado sempre para o terceiro sábado de cada mês, cumprir-se-á também no dia 20 este mesmo programa para festa dos pastorinhos beatos de Fátima.
Programa
10:00 - Acolhimento, no Convívio Santo Agostinho, no piso inferior da Igreja da Santíssima Trindade (ISST).
10:15 - Preparação da celebração, na sala da Jacinta (piso inferior da ISST).
11:00 - MISSA, na ISST, com participação das crianças.
12:15 - CATEQUESE sobre a Mensagem de Fátima, na sala da Jacinta.
13:00 - Almoço (livre).
14:30 - Preparação da Adoração, na Capela da Morte de Jesus (piso inferior da ISST, na zona da Reconciliação).
14:45 - ADORAÇÃO EUCARÍSTICA, na Capela da Morte de Jesus.
15:30 - Despedida, na Capelinha das Aparições.
Webmaster|2010-02-08|14:39:29|Santuário de Fátima
Interdiocesano reflecte sobre o Catecumenado
O Encontro Interdiocesano de Catequistas, organizado pelas Dioceses da Zona Centro (Leiria-Fátima, Lisboa, Portalegre – Castelo Branco, Santarém e Setúbal) vai decorrer em Fátima, no Centro Catequético, nos dias 13 e 14 de Fevereiro de 2010, com o tema «Catecumenado».
Programa:
Sábado, 13 de Fevereiro
9h00 - Acolhimento
9h30 - Oração da manhã
10h00 - Comunicação: O Catecumenado na Igreja Nascente
P. Dr. Paulo Malícia e P. Dr. José Henrique Pedrosa
12h00 - Eucaristia
13h00 - Almoço
15h00 - Comunicação: O RICA - Ritual de Iniciação Cristã dos Adultos
P. Doutor Carlos Cabecinhas
17h00 - Comunicação: Iniciação Cristã das Crianças em idade de Catequese
P. Doutor Carlos Cabecinhas
18h30 - Oração Mariana (Capelinha)
20h00 - Jantar
21h15 - Convívio
Domingo, 14 de Fevereiro
8h30 - Pequeno Almoço
9h00 - Oração da Manhã
9h30 - Comunicação: Inspiração Catecumenal do actual Itinerário Catequético
Drª Maria Luísa Boléo
12h00 - Eucaristia
13h00 - Almoço
14h30 - Experiência de Catecumenado com Crianças:
- Paróquia de Peniche
- Paróquia de Nª Srª Navegantes
16h00 - Conclusões e Avaliação
17h00 - Final do encontro
Em muitas paróquias aumenta o número de crianças que iniciam o itinerário catequético sem serem baptizadas. O RICA (Ritual da Iniciação Cristã dos Adultos) dedica um capítulo à celebração dos sacramentos de iniciação cristã das crianças em idade de catequese. Esta é uma oportunidade para aprofundar a questão e estudar formas concretas de responder a esta problemática.
Bispo de Leiria-Fátima propõe itinerário espiritual para a Quaresma
António Marto convida os diocesanos a viver e promover a comunhão e a co-responsabilidade em todas as comunidades cristãs
Para isso propõe o ‘retiro popular' «Viver em comunhão na Igreja». A iniciativa destina-se a «todos os fiéis e pode ser vivido em grupos paroquiais, familiares, de movimentos, associações, comunidades religiosas», explica o vigário-geral da diocese. Jorge Guarda adianta ainda que podem constituir-se grupos espontâneos que se reúnem em casas familiares ou outros lugares apropriados.
Este retiro, em forma de Lectio divina pretende ajudar a viver espiritualmente a Quaresma. «Além dos seis temas, apresentados de modo acessível a qualquer pessoa ou grupo, o guião inclui orientações pedagógicas sobre a leitura orante da palavra de Deus (lectio divina), sugestões de cânticos e outras indicações para quem se propõe orientar ou fazer o retiro popular», acrescenta o sacerdote.
Webmaster|2010-02-02|14:53:14
"Quarenta dias para se tornar discípulo de Jesus"
O Departamento de Catequese do Patriarcado de Lisboa (DCL) desenvolve nesta Quaresma um projecto denominado de "Quarenta dias para se tornar discípulo de Jesus".
Com ele o DCL deseja que "todos descubram, a partir dos gestos mais simples do dia-a-dia, como o ver e o escutar, a possibilidade de ser discípulo de Jesus".
O projecto desenvolve-se em duas vertentes:
"Por um lado, a partir do Evangelho Dominical, propõe a cada criança que faça o seu próprio caminho de oração para esta Quaresma.
Por outro, no âmbito do ano sacerdotal que estamos a viver propomos a leitura da biografia de São João Maria Vianney que ajudará o catequizando a descobrir o sacerdócio de Jesus na sua Páscoa e o modo como se relaciona com o sacerdócio na Igreja de hoje".
Consulte todo o programa no site renovado do Departamento da Catequese de Lisboa.
Webmaster|2010-02-02|14:20:08
Semana Bíblica de Arcozelo
Tem hoje início, dia 1 de Fevereiro, mais uma edição da Semana Bíblica de Arcozelo (Barcelos).
Esta iniciativa, dos Franciscanos Capuchinhos, junta cerca de 500 participantes que se juntam todos os dias, durante uma semana, às 21h, no Salão das Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria, para tempos de formação, oração e convívio, em torno da Palavra de Deus. A VOZ (Dia 1, segunda-feira) "Como falou Deus e fala hoje ao seu Povo" por D. António Couto, Bispo Auxiliar de Braga OS CAMINHOS (Dia 2, terça-feira) "A Palavra de Deus, fonte e animação de toda a Pastoral" por Fr. Herculano Alves, Professor na UCP-Porto A CASA (Dia 3, quarta-feira) "A Liturgia, lugar privilegiado da Palavra de Deus" por Pe. João Alberto Correia, Professor na UCP-Braga LECTIO DIVINA (Dia 4, quinta-feira) "Leitura crente e orante da Bíblia" por Fr. Lopes Morgado, Direcção da revista BÍBLICA NO CORAÇÃO DA FÉ (Dia 5, sexta-feira) "Maria, modelo de acolhimento da Palavra para o crente" por Isabel Varanda, Professor na UCP-Porto e Braga Eucaristia de Encerramento (Dia 6, sábado) Preside: Fr. Manuel Pires Ferreira, Superior dos Capuchinhos de Barcelos Mais informações em http://www.capuchinhos.org/
Webmaster|2010-02-01|14:33:47
Catequeses para a Confirmação e a Eucaristia
O Secretariado Nacional de Liturgia acaba de publicar as «Catequeses para a Confirmação e a Eucaristia». Depois de algumas Catequeses publicadas no Boletim de Pastoral Litúrgica, eis que surge, em livro, as 35 Catequeses que compõe esta caminhada de preparação para a Confirmação e a Eucaristia.
Índice do livro
As "Catequeses para a Confirmação e a Eucaristia" começaram por ser a resposta dada por escrito, semana após semana, a um grupo de adultos que desejavam completar a sua Iniciação Cristã e conhecer melhor o dom que, em criança, lhes fora dado por Deus, através da Igreja, no Baptismo.
Aceite o desafio, o trabalho foi sendo feito, pelo autor, nos seus momentos livres, e, não obstante alguns imprevistos, que acontecem quando menos se espera, sempre esteve pronto a horas de ser utilizado pelos catequistas desses adultos, nos encontros semanais que tinham com eles.
Foram aliás, esses catequistas, juntamente com os seus "alunos" e amigos, os primeiros a reconhecer, à medida que as lições iam sendo escritas, expostas e estudadas, algumas qualidades que gostavam de salientar quando falavam do assunto: simplicidade na formulação, clareza na abordagem dos assuntos, riqueza e solidez de conteúdos e, sobretudo, o que era novidade para muitos, a presença mais nítida ou mais velada, duma perspectiva litúrgica que nem sempre aparece claramente sublinhada em livros de catequese.
Não tardou muito que a audiência dada a este trabalho ultrapassasse as fronteiras paroquiais e voasse, nas asas da Internet, um pouco por toda a parte. Muitos conhecidos e amigos do autor solicitavam-lhe os ficheiros do computador, para que pudessem imprimir e utilizar as catequeses, em grupos de adultos que se preparavam para o Crisma. Nenhum pedido ficou sem resposta positiva, começando então a chegar mensagens com a sugestão de que as folhas soltas viessem a transformar-se em livro.
Entretanto, a redacção do Boletim de Pastoral Litúrgica sugeriu que os temas fossem publicados, ao ritmo de um por número, nas páginas do Boletim.
Esta pequena história justifica que a edição das "Catequeses para a Confirmação e a Eucaristia" tenha sido assumida pelo Secretariado Nacional de Liturgia, apesar de não se tratar, como é óbvio, de um livro litúrgico propriamente dito. Mesmo assim, quer a organização das Catequeses, quer a dimensão celebrativa que aí aparece, correspondem àquelas que o Ritual da Iniciação Cristã dos Adultos propõe para os catecúmenos (cf. RICA, n. 19, § 1, p. 27).
José de Leão Cordeiro
Webmaster|2010-02-01|11:19:09
"Catequistas cantam o dom do sacerdócio" em Setúbal
Em tempo de Ano sacerdotal, os catequistas da diocese de Setúbal reúnem-se, dia 24 deste mês, no auditório da Anunciada, para celebrar o Dia diocesano do Catequista. Subordinado ao tema «Os Catequistas cantam o dom do sacerdócio», este encontro pretende despertar para a cultura vocacional dos catequistas.
O Pe. José Lobato falará sobre «O sacerdócio ministerial e o sacerdócio laical na vida e missão do catequista». Depois do tema exposto, haverá uma mesa redonda onde alguns padres da diocese darão o seu testemunho sobre o sacerdócio. De tarde haverá momentos de arte e magia e será exibido um filme sobre a vocação sacerdotal.
Webmaster|2010-01-13|10:10:51
Famalicão promove encontro de catequistas
Equipa Arciprestal de Catequese de V. N. de Famalicão irá realizar, dia 30 de Janeiro, um Encontro de Catequistas. Trata-se de um momento de formação, organizado por ateliês, à semelhança dos últimos anos, destinado a todos os catequistas do Arciprestado.
Para a realização deste encontro a Equipa Arciprestal contará com a ajuda das Edições Salesianas que orientarão os diferentes ateliês. Subordinado ao tema "Catequista, acolhe e ajuda a acolher a Palavra", em consonância com o tema proposto pela Arquidiocese de Braga para o triénio 2008-2011, mais especificamente com o tema deste ano, "Acolhemos a Palavra", o encontro decorrerá ao longo da tarde desse dia, no Centro Pastoral de Famalicão, com início marcado às 14h00 e devendo encerrar por voltas das 18h00.
Webmaster|2010-01-12|08:27:53
Oikos promove concurso para promover direitos das crianças
A Oikos está a promover em Portugal a 4.ª edição do concurso de cartazes para jovens no âmbito do 20.º aniversário da Convenção sobre os Direitos da Criança, lançado pela Comissão Europeia a todos os países membros.
O concurso pretende "que crianças e jovens aprendam mais sobre os seus direitos e manifestem a sua opinião sobre o assunto".
Para participarem devem criar equipas de 4 pessoas (idades entre 10-14 ou 15-18 anos) com um supervisor adulto.
As equipas devem fazer uma pré-inscrição no site do concurso http://www.eurojovem.eu/
No website estão disponíveis vários materiais de apoio bem como a Convenção sobre os Direitos da Criança e o regulamento detalhado do concurso.
Após uma primeira selecção das obras a nível nacional, haverá uma cerimónia de entrega de prémios e as três equipas vencedoras de cada grupo entram automaticamente em competição europeia, onde Portugal já conseguiu dois lugares nas últimas competições.
Os vencedores europeus visitam Bruxelas para descobrir a cidade e as instituições europeias, participando numa cerimónia europeia de entrega dos prémios presidida por Jacques Barrot.
Em Portugal, à semelhança dos últimos quatro anos, o concurso será coordenado pela Oikos - Cooperação e Desenvolvimento, em colaboração com a Representação da Comissão Europeia.
Mais informações em http://www.oikos.pt/ e http://www.eurojovem.eu/
Webmaster|2010-01-10|11:45:04
Mensagem do Santo Padre para o Dia Mundial da Paz
MENSAGEM DE SUA SANTIDADE
BENTO XVI
PARA A CELEBRAÇÃO DO
DIA MUNDIAL DA PAZ
1 DE JANEIRO DE 2010
SE QUISERES CULTIVAR A PAZ, PRESERVA A CRIAÇÃO
1. Por ocasião do início do Ano Novo, desejo expressar os mais ardentes votos de paz a todas as comunidades cristãs, aos responsáveis das nações, aos homens e mulheres de boa vontade do mundo inteiro. Para este XLIII Dia Mundial da Paz, escolhi o tema: Se quiseres cultivar a paz, preserva a criação. O respeito pela criação reveste-se de grande importância, designadamente porque «a criação é o princípio e o fundamento de todas as obras de Deus»[1] e a sua salvaguarda torna-se hoje essencial para a convivência pacífica da humanidade. Com efeito, se são numerosos os perigos que ameaçam a paz e o autêntico desenvolvimento humano integral, devido à desumanidade do homem para com o seu semelhante - guerras, conflitos internacionais e regionais, actos terroristas e violações dos direitos humanos -, não são menos preocupantes os perigos que derivam do desleixo, se não mesmo do abuso, em relação à terra e aos bens naturais que Deus nos concedeu. Por isso, é indispensável que a humanidade renove e reforce «aquela aliança entre ser humano e ambiente que deve ser espelho do amor criador de Deus, de Quem provimos e para Quem estamos a caminho».[2]
2. Na encíclica Caritas in veritate, pus em realce que o desenvolvimento humano integral está intimamente ligado com os deveres que nascem da relação do homem com o ambiente natural, considerado como uma dádiva de Deus para todos, cuja utilização comporta uma responsabilidade comum para com a humanidade inteira, especialmente os pobres e as gerações futuras. Assinalei também que corre o risco de atenuar-se, nas consciências, a noção da responsabilidade, quando a natureza e sobretudo o ser humano são considerados simplesmente como fruto do acaso ou do determinismo evolutivo.[3] Pelo contrário, conceber a criação como dádiva de Deus à humanidade ajuda-nos a compreender a vocação e o valor do homem; na realidade, cheios de admiração, podemos proclamar com o salmista: «Quando contemplo os céus, obra das vossas mãos, a lua e as estrelas que lá colocastes, que é o homem para que Vos lembreis dele, o filho do homem para dele Vos ocupardes?» (Sl 8, 4-5). Contemplar a beleza da criação é um estímulo para reconhecer o amor do Criador; aquele Amor que «move o sol e as outras estrelas».[4]
3. Há vinte anos, ao dedicar a Mensagem do Dia Mundial da Paz ao tema Paz com Deus criador, paz com toda a criação, o Papa João Paulo II chamava a atenção para a relação que nós, enquanto criaturas de Deus, temos com o universo que nos circunda. «Observa-se nos nossos dias - escrevia ele - uma consciência crescente de que a paz mundial está ameaçada (...) também pela falta do respeito devido à natureza». E acrescentava que esta consciência ecológica «não deve ser reprimida mas antes favorecida, de maneira que se desenvolva e vá amadurecendo até encontrar expressão adequada em programas e iniciativas concretas».[5] Já outros meus predecessores se referiram à relação existente entre o homem e o ambiente; por exemplo, em 1971, por ocasião do octogésimo aniversário da encíclica Rerum novarum de Leão XIII, Paulo VI houve por bem sublinhar que, «por motivo de uma exploração inconsiderada da natureza, [o homem] começa a correr o risco de a destruir e de vir a ser, também ele, vítima dessa degradação». E acrescentou que, deste modo, «não só o ambiente material se torna uma ameaça permanente - poluições e lixo, novas doenças, poder destruidor absoluto - mas é o próprio contexto humano que o homem não consegue dominar, criando assim para o dia de amanhã um ambiente global que se lhe poderá tornar insuportável. Problema social de grande envergadura, este, que diz respeito à inteira família humana».[6]
4. Embora evitando de intervir sobre soluções técnicas específicas, a Igreja, «perita em humanidade», tem a peito chamar vigorosamente a atenção para a relação entre o Criador, o ser humano e a criação. Em 1990, João Paulo II falava de «crise ecológica» e, realçando o carácter prevalecentemente ético de que a mesma se revestia, indicava «a urgente necessidade moral de uma nova solidariedade».[7] Hoje, com o proliferar de manifestações duma crise que seria irresponsável não tomar em séria consideração, tal apelo aparece ainda mais premente. Pode-se porventura ficar indiferente perante as problemáticas que derivam de fenómenos como as alterações climáticas, a desertificação, o deterioramento e a perda de produtividade de vastas áreas agrícolas, a poluição dos rios e dos lençóis de água, a perda da biodiversidade, o aumento de calamidades naturais, o desflorestamento das áreas equatoriais e tropicais? Como descurar o fenómeno crescente dos chamados «prófugos ambientais», ou seja, pessoas que, por causa da degradação do ambiente onde vivem, se vêem obrigadas a abandoná-lo - deixando lá muitas vezes também os seus bens - tendo de enfrentar os perigos e as incógnitas de uma deslocação forçada? Com não reagir perante os conflitos, já em acto ou potenciais, relacionados com o acesso aos recursos naturais? Trata-se de um conjunto de questões que têm um impacto profundo no exercício dos direitos humanos, como, por exemplo, o direito à vida, à alimentação, à saúde, ao desenvolvimento.
5. Entretanto tenha-se na devida conta que não se pode avaliar a crise ecológica prescindindo das questões relacionadas com ela, nomeadamente o próprio conceito de desenvolvimento e a visão do homem e das suas relações com os seus semelhantes e com a criação. Por isso, é decisão sensata realizar uma revisão profunda e clarividente do modelo de desenvolvimento e também reflectir sobre o sentido da economia e dos seus objectivos, para corrigir as suas disfunções e deturpações. Exige-o o estado de saúde ecológica da terra; reclama-o também e sobretudo a crise cultural e moral do homem, cujos sintomas há muito tempo que se manifestam por toda a parte.[8] A humanidade tem necessidade de uma profunda renovação cultural; precisa de redescobrir aqueles valores que constituem o alicerce firme sobre o qual se pode construir um futuro melhor para todos. As situações de crise que está atravessando, de carácter económico, alimentar, ambiental ou social, no fundo são também crises morais e estão todas interligadas. Elas obrigam a projectar de novo a estrada comum dos homens. Impõem, de maneira particular, um modo de viver marcado pela sobriedade e solidariedade, com novas regras e formas de compromisso, apostando com confiança e coragem nas experiências positivas realizadas e rejeitando decididamente as negativas. É o único modo de fazer com que a crise actual se torne uma ocasião para discernimento e nova projectação.
6. Porventura não é verdade que, na origem daquela que em sentido cósmico chamamos «natureza», há «um desígnio de amor e de verdade»? O mundo «não é fruto duma qualquer necessidade, dum destino cego ou do acaso, (...) procede da vontade livre de Deus, que quis fazer as criaturas participantes do seu Ser, da sua sabedoria e da sua bondade».[9] Nas suas páginas iniciais, o livro do Génesis introduz-nos no projecto sapiente do cosmos, fruto do pensamento de Deus, que, no vértice, colocou o homem e a mulher, criados à imagem e semelhança do Criador, para «encher e dominar a terra» como «administradores» em nome do próprio Deus (cf. Gn 1, 28). A harmonia descrita na Sagrada Escritura entre o Criador, a humanidade e a criação foi quebrada pelo pecado de Adão e Eva, do homem e da mulher, que pretenderam ocupar o lugar de Deus, recusando reconhecer-se como suas criaturas. Em consequência, ficou deturpada também a tarefa de «dominar» a terra, de a «cultivar e guardar» e gerou-se um conflito entre eles e o resto da criação (cf. Gn 3, 17-19). O ser humano deixou-se dominar pelo egoísmo, perdendo o sentido do mandato de Deus, e, no relacionamento com a criação, comportou-se como explorador pretendendo exercer um domínio absoluto sobre ela. Mas o verdadeiro significado do mandamento primordial de Deus, bem evidenciado no livro do Génesis, não consistia numa simples concessão de autoridade, mas antes num apelo à responsabilidade. Aliás, a sabedoria dos antigos reconhecia que a natureza está à nossa disposição, mas não como «um monte de lixo espalhado ao acaso»,[10] enquanto a Revelação bíblica nos fez compreender que a natureza é dom do Criador, o Qual lhe traçou os ordenamentos intrínsecos a fim de que o homem pudesse deduzir deles as devidas orientações para a «cultivar e guardar» (cf. Gn 2, 15).[11] Tudo o que existe pertence a Deus, que o confiou aos homens, mas não à sua arbitrária disposição. E quando o homem, em vez de desempenhar a sua função de colaborador de Deus, se coloca no lugar de Deus, acaba por provocar a rebelião da natureza, «mais tiranizada que governada por ele».[12] O homem tem, portanto, o dever de exercer um governo responsável da criação, preservando-a e cultivando-a.[13]
7. Infelizmente temos de constatar que um grande número de pessoas, em vários países e regiões da terra, experimenta dificuldades cada vez maiores, porque muitos se descuidam ou se recusam a exercer sobre o ambiente um governo responsável. O Concílio Ecuménico Vaticano II lembrou que «Deus destinou a terra com tudo o que ela contém para uso de todos os homens e povos».[14] Por isso, a herança da criação pertence à humanidade inteira. Entretanto o ritmo actual de exploração põe seriamente em perigo a disponibilidade de alguns recursos naturais não só para a geração actual, mas sobretudo para as gerações futuras.[15] Ora não é difícil constatar como a degradação ambiental é muitas vezes o resultado da falta de projectos políticos clarividentes ou da persecução de míopes interesses económicos, que se transformam, infelizmente, numa séria ameaça para a criação. Para contrastar tal fenómeno, na certeza de que «cada decisão económica tem consequências de carácter moral»,[16] é necessário também que a actividade económica seja mais respeitadora do ambiente. Quando se lança mão dos recursos naturais, é preciso preocupar-se com a sua preservação prevendo também os seus custos em termos ambientais e sociais, que se devem contabilizar como uma parcela essencial da actividade económica. Compete à comunidade internacional e aos governos nacionais dar os justos sinais para contrastar de modo eficaz, no uso do ambiente, as modalidades que resultem danosas para o mesmo. Para proteger o ambiente e tutelar os recursos e o clima é preciso, por um lado, agir no respeito de normas bem definidas mesmo do ponto de vista jurídico e económico e, por outro, ter em conta a solidariedade devida a quantos habitam nas regiões mais pobres da terra e às gerações futuras.
8. Na realidade, é urgente a obtenção de uma leal solidariedade entre as gerações. Os custos resultantes do uso dos recursos ambientais comuns não podem ficar a cargo das gerações futuras. «Herdeiros das gerações passadas e beneficiários do trabalho dos nossos contemporâneos, temos obrigações para com todos, e não podemos desinteressar-nos dos que virão depois de nós aumentar o círculo da família humana. A solidariedade universal é para nós não só um facto e um benefício, mas também um dever. Trata-se de uma responsabilidade que as gerações presentes têm em relação às futuras, uma responsabilidade que pertence também a cada um dos Estados e à comunidade internacional».[17] O uso dos recursos naturais deverá verificar-se em condições tais que as vantagens imediatas não comportem consequências negativas para os seres vivos, humanos e não humanos, presentes e vindouros; que a tutela da propriedade privada não dificulte o destino universal dos bens;[18] que a intervenção do homem não comprometa a fecundidade da terra para benefício do dia de hoje e do amanhã. Para além de uma leal solidariedade entre as gerações, há que reafirmar a urgente necessidade moral de uma renovada solidariedade entre os indivíduos da mesma geração, especialmente nas relações entre os países em vias de desenvolvimento e os países altamente industrializados: «A comunidade internacional tem o imperioso dever de encontrar as vias institucionais para regular a exploração dos recursos não renováveis, com a participação também dos países pobres, de modo a planificar em conjunto o futuro».[19] A crise ecológica manifesta a urgência de uma solidariedade que se projecte no espaço e no tempo. Com efeito, é importante reconhecer, entre as causas da crise ecológica actual, a responsabilidade histórica dos países industrializados. Contudo os países menos desenvolvidos e, de modo particular, os países emergentes não estão exonerados da sua própria responsabilidade para com a criação, porque o dever de adoptar gradualmente medidas e políticas ambientais eficazes pertence a todos. Isto poder-se-ia realizar mais facilmente se houvesse cálculos menos interesseiros na assistência, na transferência dos conhecimentos e tecnologias menos poluidoras.
9. Um dos nós principais a enfrentar pela comunidade internacional é, sem dúvida, o dos recursos energéticos, delineando estratégias compartilhadas e sustentáveis para satisfazer as necessidades de energia da geração actual e das gerações futuras. Para isso, é preciso que as sociedades tecnologicamente avançadas estejam dispostas a favorecer comportamentos caracterizados pela sobriedade, diminuindo as próprias necessidades de energia e melhorando as condições da sua utilização. Ao mesmo tempo é preciso promover a pesquisa e a aplicação de energias de menor impacto ambiental e a «redistribuição mundial dos recursos energéticos, de modo que os próprios países desprovidos possam ter acesso aos mesmos».[20] Deste modo, a crise ecológica oferece uma oportunidade histórica para elaborar uma resposta colectiva tendente a converter o modelo de desenvolvimento global segundo uma direcção mais respeitadora da criação e de um desenvolvimento humano integral, inspirado nos valores próprios da caridade na verdade. Faço votos, portanto, de que se adopte um modelo de desenvolvimento fundado na centralidade do ser humano, na promoção e partilha do bem comum, na responsabilidade, na consciência da necessidade de mudar os estilos de vida e na prudência, virtude que indica as acções que se devem realizar hoje na previsão do que poderá suceder amanhã.[21]
10. A fim de guiar a humanidade para uma gestão globalmente sustentável do ambiente e dos recursos da terra, o homem é chamado a concentrar a sua inteligência no campo da pesquisa científica e tecnológica e na aplicação das descobertas que daí derivam. A «nova solidariedade», que João Paulo II propôs na Mensagem para o Dia Mundial da Paz de 1990,[22] e a «solidariedade global», a que eu mesmo fiz apelo na Mensagem para o Dia Mundial da Paz de 2009,[23] apresentam-se como atitudes essenciais para orientar o compromisso de tutela da criação através de um sistema de gestão dos recursos da terra melhor coordenado a nível internacional, sobretudo no momento em que se vê aparecer, de forma cada vez mais evidente, a forte relação que existe entre a luta contra a degradação ambiental e a promoção do desenvolvimento humano integral. Trata-se de uma dinâmica imprescindível, já que «o desenvolvimento integral do homem não pode realizar-se sem o desenvolvimento solidário da humanidade».[24] Muitas são hoje as oportunidades científicas e os potenciais percursos inovadores, mediante os quais é possível fornecer soluções satisfatórias e respeitadoras da relação entre o homem e o ambiente. Por exemplo, é preciso encorajar as pesquisas que visam identificar as modalidades mais eficazes para explorar a grande potencialidade da energia solar. A mesma atenção se deve prestar à questão, hoje mundial, da água e ao sistema hidrogeológico global, cujo ciclo se reveste de primária importância para a vida na terra, mas está fortemente ameaçado na sua estabilidade pelas alterações climáticas. De igual modo deve-se procurar apropriadas estratégias de desenvolvimento rural centradas nos pequenos cultivadores e nas suas famílias, sendo necessário também elaborar políticas idóneas para a gestão das florestas, o tratamento do lixo, a valorização das sinergias existentes no contraste às alterações climáticas e na luta contra a pobreza. São precisas políticas nacionais ambiciosas, completadas pelo necessário empenho internacional que há-de trazer importantes benefícios sobretudo a médio e a longo prazo. Enfim, é necessário sair da lógica de mero consumo para promover formas de produção agrícola e industrial que respeitem a ordem da criação e satisfaçam as necessidades primárias de todos. A questão ecológica não deve ser enfrentada apenas por causa das pavorosas perspectivas que a degradação ambiental esboça no horizonte; o motivo principal há-de ser a busca duma autêntica solidariedade de dimensão mundial, inspirada pelos valores da caridade, da justiça e do bem comum. Por outro lado, como já tive ocasião de recordar, a técnica «nunca é simplesmente técnica; mas manifesta o homem e as suas aspirações ao desenvolvimento, exprime a tensão do ânimo humano para uma gradual superação de certos condicionamentos materiais. Assim, a técnica insere-se no mandato de "cultivar e guardar a terra" (cf. Gn 2, 15) que Deus confiou ao homem, e há-de ser orientada para reforçar aquela aliança entre ser humano e ambiente em que se deve reflectir o amor criador de Deus».[25]
11. É cada vez mais claro que o tema da degradação ambiental põe em questão os comportamentos de cada um de nós, os estilos de vida e os modelos de consumo e de produção hoje dominantes, muitas vezes insustentáveis do ponto de vista social, ambiental e até económico. Torna-se indispensável uma real mudança de mentalidade que induza a todos a adoptarem novos estilos de vida, «nos quais a busca do verdadeiro, do belo e do bom e a comunhão com os outros homens, em ordem ao crescimento comum, sejam os elementos que determinam as opções do consumo, da poupança e do investimento».[26] Deve-se educar cada vez mais para se construir a paz a partir de opções clarividentes a nível pessoal, familiar, comunitário e político. Todos somos responsáveis pela protecção e cuidado da criação. Tal responsabilidade não conhece fronteiras. Segundo o princípio de subsidiariedade, é importante que cada um, no nível que lhe corresponde, se comprometa a trabalhar para que deixem de prevalecer os interesses particulares. Um papel de sensibilização e formação compete de modo particular aos vários sujeitos da sociedade civil e às organizações não-governamentais, empenhados com determinação e generosidade na difusão de uma responsabilidade ecológica, que deveria aparecer cada vez mais ancorada ao respeito pela «ecologia humana». Além disso, é preciso lembrar a responsabilidade dos meios de comunicação social neste âmbito, propondo modelos positivos que sirvam de inspiração. É que ocu-par-se do ambiente requer uma visão larga e global do mundo; um esforço comum e responsável a fim de passar de uma lógica centrada sobre o interesse egoísta da nação para uma visão que sempre abrace as necessidades de todos os povos. Não podemos permanecer indiferentes àquilo que sucede ao nosso redor, porque a deterioração de uma parte qualquer do mundo recairia sobre todos. As relações entre pessoas, grupos sociais e Estados, bem como as relações entre homem e ambiente são chamadas a assumir o estilo do respeito e da «caridade na verdade». Neste contexto alargado, é altamente desejável que encontrem eficaz correspondência os esforços da comunidade internacional que visam obter um progressivo desarmamento e um mundo sem armas nucleares, cuja mera presença ameaça a vida da terra e o processo de desenvolvimento integral da humanidade actual e futura.
12. A Igreja tem a sua parte de responsabilidade pela criação e sente que a deve exercer também em âmbito público, para defender a terra, a água e o ar, dádivas feitas por Deus Criador a todos, e antes de tudo para proteger o homem contra o perigo da destruição de si mesmo. Com efeito, a degradação da natureza está intimamente ligada à cultura que molda a convivência humana, pelo que, «quando a "ecologia humana"é respeitada dentro da sociedade, beneficia também a ecologia ambiental».[27] Não se pode pedir aos jovens que respeitem o ambiente, se não são ajudados, em família e na sociedade, a respeitar-se a si mesmos: o livro da natureza é único, tanto sobre a vertente do ambiente como sobre a da ética pessoal, familiar e social.[28] Os deveres para com o ambiente derivam dos deveres para com a pessoa considerada em si mesma e no seu relacionamento com os outros. Por isso, de bom grado encorajo a educação para uma responsabilidade ecológica, que, como indiquei na encíclica Caritas in veritate, salvaguarde uma autêntica «ecologia humana» e consequentemente afirme, com renovada convicção, a inviolabilidade da vida humana em todas as suas fases e condições, a dignidade da pessoa e a missão insubstituível da família, onde se educa para o amor ao próximo e o respeito da natureza.[29] É preciso preservar o património humano da sociedade. Este património de valores tem a sua origem e está inscrito na lei moral natural, que é fundamento do respeito da pessoa humana e da criação.
13. Por fim não se deve esquecer o facto, altamente significativo, de que muitos encontram tranquilidade e paz, sentem-se renovados e revigorados quando entram em contacto directo com a beleza e a harmonia da natureza. Existe aqui uma espécie de reciprocidade: quando cuidamos da criação, constatamos que Deus, através da criação, cuida de nós. Por outro lado, uma visão correcta da relação do homem com o ambiente impede de absolutizar a natureza ou de a considerar mais importante do que a pessoa. Se o magistério da Igreja exprime perplexidades acerca de uma concepção do ambiente inspirada no ecocentrismo e no biocentrismo, fá-lo porque tal concepção elimina a diferença ontológica e axiológica entre a pessoa humana e os outros seres vivos. Deste modo, chega-se realmente a eliminar a identidade e a função superior do homem, favorecendo uma visão igualitarista da «dignidade» de todos os seres vivos. Assim se dá entrada a um novo panteísmo com acentos neopagãos que fazem derivar apenas da natureza, entendida em sentido puramente naturalista, a salvação para o homem. Ao contrário, a Igreja convida a colocar a questão de modo equilibrado, no respeito da «gramática» que o Criador inscreveu na sua obra, confiando ao homem o papel de guardião e administrador responsável da criação, papel de que certamente não deve abusar mas também não pode abdicar. Com efeito, a posição contrária, que considera a técnica e o poder humano como absolutos, acaba por ser um grave atentado não só à natureza, mas também à própria dignidade humana.[30]
14. Se quiseres cultivar a paz, preserva a criação. A busca da paz por parte de todos os homens de boa vontade será, sem dúvida alguma, facilitada pelo reconhecimento comum da relação indivisível que existe entre Deus, os seres humanos e a criação inteira. Os cristãos, iluminados pela Revelação divina e seguindo a Tradição da Igreja, prestam a sua própria contribuição. Consideram o cosmos e as suas maravilhas à luz da obra criadora do Pai e redentora de Cristo, que, pela sua morte e ressurreição, reconciliou com Deus «todas as criaturas, na terra e nos céus» (Cl 1, 20). Cristo crucificado e ressuscitado concedeu à humanidade o dom do seu Espírito santificador, que guia o caminho da história à espera daquele dia em que, com o regresso glorioso do Senhor, serão inaugurados «novos céus e uma nova terra» (2 Pd 3, 13), onde habitarão a justiça e a paz para sempre. Assim, proteger o ambiente natural para construir um mundo de paz é dever de toda a pessoa. Trata-se de um desafio urgente que se há-de enfrentar com renovado e concorde empenho; é uma oportunidade providencial para entregar às novas gerações a perspectiva de um futuro melhor para todos. Disto mesmo estejam cientes os responsáveis das nações e quantos, nos diversos níveis, têm a peito a sorte da humanidade: a salvaguarda da criação e a realização da paz são realidades intimamente ligadas entre si. Por isso, convido todos os crentes a elevarem a Deus, Criador omnipotente e Pai misericordioso, a sua oração fervorosa, para que no coração de cada homem e de cada mulher ressoe, seja acolhido e vivido o premente apelo: Se quiseres cultivar a paz, preserva a criação.
Vaticano, 8 de Dezembro de 2009.
BENEDICTUS PP. XVI
[1] Catecismo da Igreja Católica, 198.
[2] Bento XVI, Mensagem para o Dia Mundial da Paz (1 de Janeiro de 2008), 7.
[3] Cf. n. 48.
[4] Dante Alighieri, Divina Comédia: O Paraíso, XXXIII, 145.
[5] Mensagem para o Dia Mundial da Paz (1 de Janeiro de 1990), 1.
[6] Carta ap. Octogesima adveniens, 21.
[7] Mensagem para o Dia Mundial da Paz (1 de Janeiro de 1990), 10.
[8] Cf. Bento XVI, Carta enc. Caritas in veritate, 32.
[9] Catecismo da Igreja Católica, 295.
[10] Heráclito de Éfeso(± 535-475 a.C.), Fragmento 22B124, in H. Diels-W. Kranz, Die Fragmente der Vorsokratiker (Weidmann, Berlim 19526).
[11] Cf. Bento XVI, Carta enc. Caritas in veritate, 48.
[12] João Paulo II, Carta enc. Centesimus annus, 37.
[13] Cf. Bento XVI, Carta enc. Caritas in veritate, 50.
[14] Const. past. Gaudium et spes, 69.
[15] Cf. João Paulo II, Carta enc.Sollicitudo rei socialis, 34.
[16] Bento XVI, Carta enc. Caritas in veritate, 37.
[17] Pont. Conselho «Justiça e Paz», Compêndio da Doutrina Social da Igreja, 467;cf. Paulo VI, Carta enc. Populorum progressio, 17.
[18] Cf. João Paulo II, Carta enc. Centesimus annus, 30-31.43.
[19] Bento XVI, Carta enc. Caritas in veritate, 49.
[21] Cf. São Tomás de Aquino, Summa theologiae, II-II, q. 49, 5.
[22] Cf. n. 9.
[23] Cf. n. 8.
[24] Paulo VI, Carta enc. Populorum progressio, 43.
[25] Carta enc. Caritas in veritate, 69.
[26] João Paulo II, Carta enc. Centesimus annus, 36.
[27] Bento XVI, Carta enc. Caritas in veritate, 51.
[29] Cf. ibid., 28.51.61; João Paulo II, Carta enc. Centesimus annus, 38.39.
[30] Cf. Bento XVI, Carta enc. Caritas in veritate, 70.
Bento XVI pede vidas guiadas pelo amor
Papa dedicou a sua catequese ao monge francês Guilherme de Saint-Thierry
Bento XVI afirmou esta Quarta-feira, no Vaticano que "a natureza humana, na sua mais profunda essência, está feita para amar", Deus e o nosso próximo. O Papa falava na catequese da audiência geral, dedicada ao monge francês Guilherme de Saint-Thierry (1085-1148).
"A natureza humana, na sua mais profunda essência, está feita para amar. Porém, o homem só consegue realizar este objetivo, sincera, autêntica e gratuitamente, aprendendo na escola de Deus, que é Amor. A vocação do homem é tornar-se como Deus, que o criou a sua imagem e semelhança", disse.
Guilherme de Saint-Thierry, amigo e biógrafo de São Bernardo de Claraval, foi apresentado pelo Papa o «Cantor do amor, da caridade». "Segundo ele, a força principal que move o espírito humano é o amor. Por sua vez, o amor ilumina a inteligência e permite conhecer melhor e de um modo mais profundo a Deus e, em Deus, as pessoas e os acontecimentos", indicou Bento XVI.
Segundo o Papa, "nós apenas conhecemos realmente as pessoas e as coisas que amamos".
Como habitualmente, houve uma saudação aos peregrinos de língua portuguesa. "Que a prática do amor a Deus e ao próximo seja o propósito onde encontrais o sentido e o valor para todas as escolhas das vossas vidas. Que Deus abençoe a cada um de vós e vossas famílias! Ide em Paz", disse Bento XVI.
Nas saudações noutras línguas, o Papa aludiu à celebração do Advento, pedindo "corações e mentes" abertas para que os cristãos sejam "testemunhas do amor de Deus e portadores de paz".
Reconciliação
Bento XVI falou ainda no 25.º aniversário da Exortação Apostólica Reconciliatio et paenitentia, de João Paulo II, na qual se chamava a atenção para "a importância do sacramento da penitência na vida da Igreja".
O Papa lembrou figuras de "apóstolos dos confessionários, como São João Maria Vianney, São José Cafasso, São Leopoldo Mandić e São Pio da Pietrelcina, deixando votos de que o seu testemunho seja para os sacerdotes e todos os cristãos "um convite a confiar sempre na bondade de Deus".
Webmaster|2009-12-02|13:53:16
Conclusões do X Congresso das Escolas Católicas
Para que todos possamos ficar bem por dentro, apresentamos, numa tradução livre e breve, com algumas ideias sublinhadas, as nove conclusões deste Congresso do povo nosso vizinho.
1 - Numa cultura marcada pelo pluralismo axiológico e religioso, cremos numa espiritualidade com uma visão positiva da pessoa e da sociedade, conforme ao estilo do Evangelho, na abertura a todos, que encara a sã pluralidade como riqueza humana. A nossa oferta educativa cristã aposta no diálogo entre a fé e a cultura com uma clara visão transcendente e transformadora da pessoa e da sociedade.
2 - A "qualidade educativa" resulta de educadores excelentes. Só contando com profissionais muito bem preparados, será possível que cada aluno desenvolva as suas competências e tome as rédeas da sua própria formação, no sentido de aprender a aprender ao longo de toda a vida. Isto requer novas formas de ensinar e de aprender, inovação pedagógica e revisão de processos e metodologias para prevenir os problemas de aprendizagem e o fracasso escolar.
3 - Parte do futuro da Escola Católica dependerá do impulso das suas equipas directivas. Devemos favorecer o surgimento de líderes para as nossas escolas, apostando numa ampla formação dos mesmos e investindo os recursos necessários nessa tarefa. Para que as escolas continuem a ser significativamente católicas, os seus directores deverão liderar também as vertentes espirituais e pastorais.
4 - A educação do futuro exige educadores competentes e motivados, profundamente ligados à sociedade do presente, embebidos na tradição e nos carismas dos nossos fundadores e com uma visão capaz de olhar o futuro com optimismo. Devemos trabalhar para que todos os educadores das nossas escolas tenham a autoridade pessoal e o prestigio social que merecem no seu labor educativo quotidiano, ao serviço das gerações presentes e futuras.
5 - Para que a escola responda aos desafios da sociedade do século XXI, exigem-se mudanças pedagógicas capazes de formar alunos competentes, autónomos e comprometidos com os valores cristãos. Para isso, mais que nos programas curriculares, o foco da atenção deverá incidir nos processos que conformam a mente do aluno e na coesão de toda a comunidade educativa em torno de um mesmo projecto.
6 - As escolas devem ter em conta o carácter de uma geração mergulhada em meios técnicos e sujeita a permanentes impactos audiovisuais. Convictos de que as novas tecnologias aumentarão a nossa capacidade de ser escolas significativas no mundo actual e futuro, a nossa visão de escola também integra a necessidade de se apoiar e dinamizar a utilização das novas tecnologias da informação e comunicação.
7 - Educar não é só um trabalho académico, mas implica ajudar a desenvolver a inteligência emocional e a comunicação, a tomar decisões, a comprometer-se, a ser responsável, a melhorar este mundo e a viver felizes e com sentido para a vida. Certos de que escola e família juntas criarão maiores sinergias para educar, com base em projectos partilhados, apostamos numa estreita colaboração entre estas duas instituições.
8 - A Escola Católica continuará a denunciar o incumprimento, por parte das administrações públicas, de direitos fundamentais presentes em cartas de direitos humanos e na Constituição. Tal incumprimento traduz-se em discriminações reiteradas das escolas não estatais subvencionadas que, por sua vez, se manifestam em discriminação das famílias que querem optar por estas escolas.
9 - Somos a favor do estabelecimento de um Pacto de Estado Político e Social pela Educação, que supere velhas e inúteis confrontações e possa garantir à educação a estabilidade de que necessita. Um pacto no qual se reconheçam de forma concreta e prática, os direitos constitucionais e as liberdades educativas. Um pacto que supere o actual impasse da Educação e ajude a diminuir o fracasso escolar.
(Toledo, 28 de Novembro de 2009)
Os vídeos das sessões deste Congresso encontram-se em: www.escuelascatolicas.es/congreso2009
Webmaster|2009-12-02|13:48:51
Diocese de Leiria-Fátima oferece formação «online» sobre Advento
A diocese de Leiria-Fátima disponibilizou recentemente no seu site uma colecção de subsídios para o Advento.
Os textos compreendem uma reflexão teológico-litúrgica, propostas para encontros de grupos ou oração familiar, apontamentos históricos, referências à teologia e espiritualidade, indicações sobre as características de cada uma das quatro semanas adventícias e orientações litúrgicas.
Os subsídios incluem uma descrição sumária das figuras bíblicas associadas a este tempo, bem como uma explicação do significado da Coroa do Advento, com orações para este rito e preces que acompanham o acendimento das suas velas. O site oferece igualmente um texto intitulado «A porta aberta».
Webmaster|2009-11-26|08:48:24
Algés organiza Semana Bíblica
A semana da Bíblia, que decorre na paróquia de Cristo Rei (Algés), entre os dias 14 e 21 de Novembro, integra um conjunto diversificado de iniciativas destinadas a todas as faixas etárias e pretende "ajudar-nos a crescer no amor à palavra viva de Deus, seguindo o convite do programa diocesano de pastoral que consiste em «assumir a palavra de Deus como luz para a vida: alimento da oração, forma da comunidade e sustento da missão»"
Programa
A - Exposição Permanente (Miraflores, C. Pastoral S1).
(Inauguração dia 14 às 10h00) - História da salvação; Composição do texto bíblico; A lectio divina; Edições da Bíblia.
B - Espaço Bíblico (Miraflores, Centro Pastoral, S2)
Crianças dos 6 aos 12 anos com monitores. Narrativa, expressão dramática, poesia, criação plástica, jogos educativos.
C - A Palavra na Imagem: Espaço Multimédia (Miraflores, Centro Pastoral, S3)
Sessões de filmes e documentários bíblicos. Marcação por grupos de catequese, escolas, lares, centros de dia.
D - Livraria Bíblica (Miraflores, Centro Pastoral, recepção).
Variedade de títulos acerca do mundo bíblico e da Palavra de Deus para crianças, jovens e adultos. Jogos e materiais didácticos e divulgativos. Orações e meditações bíblicas.
E - Conferências e Concertos
F - Tempos de Oração
Adoração eucarística - Todos os dias da semana, de 16 a 20, entre as 17h00 e as 18h00. Igreja de Miraflores.
Celebração, na Solenidade de Cristo Rei, presidida por D. Joaquim Mendes
Sábado, 21, às 19h00; Igreja Paroquial de Algés. Entrega da Palavra às crianças do 4.º ano de catequese e às famílias que, estando preparadas, a desejem receber.
Lectio divina, presidida por D. Joaquim Mendes
Sábado, 21, às 21:30; Igreja Paroquial de Algés.
Vigília de oração, lectio divina: a vossa palavra, Senhor, é farol para os meus passos e luz para os meus caminhos (Sl 108,105)
Webmaster|2009-11-16|09:34:48
Santarém promove Dia do Catequista
A «Catequese e a comunidade» será o tema central do dia do catequista da diocese de Santarém, a celebrar dia 21 de Novembro.
Depois da conferência «A Catequese e a comunidade» proferida pelo Pe. José Henrique, director do Secretariado da catequese da diocese de Leiria, os catequistas têm oportunidade de participar nos ateliers sobre: «Catequese e Palavra de Deus»; «Catequese e Caridade»; «Catequese e Liturgia» e «Catecismos da 1ª fase». O bispo de Santarém, D. Manuel Pelino, encerra o encontro.
PROGRAMA
9,30 H - Acolhimento 10,00 H - Oração da Manhã 10,30 H - Conferência: A Catequese e a Comunidade, Pe José Henrique, Director do Secretariado Diocesano Diocese de Leiria 12,45 H - Almoço 14,30 H - A catequese ao Serviço da Comunidade - Ateliers: -Catequese e Palavra de Deus -Catequese e Caridade -Catequese e Liturgia -Catecismos da 1ª Fase 16,30 H - Eucaristia, Presidida pelo Sr D. Manuel Pelino Entrega dos Certificados do Curso de Iniciação e GeralMais informações em
Secretariado Diocesano da Catequese da Infância e da Adolescência Centro Pastoral Diocesano Edifício do Seminário 2000-135 Santarém ✆243 30 40 60tlm 926047880 E-mail: pjcampino@gmail.comcatequese.santarem@gmail.comcatequese-santarem.blogspot.comCatequese da I Etapa disponibiliza material
Já se encontra disponível o material didáctico complementar à "pasta" relativo ao 3º catecismo.
Para aceder aos dísticos e à figura de Jesus basta clicar aqui e fazer o download.
Brevemente a equipa dos catecismo vai disponibilizar a "pasta 3" com o "Lenço" da Iniciação Cristã, que vai ser entregue às crianças deste ano na Celebração de Natal. Vai, ainda ser disponibilizado o "Mapa da Vida Cristã" para uso na catequese número 30.
A equipa informa, ainda, os responsáveis da catequese paroquial e os catequistas da 1ª Fase que já está a "preparar a PASTA 1 e a revisão do 1º Catecismo" de modo a estarem "disponíveis até ao final deste ano pastoral".
Webmaster|2009-11-06|13:15:56
Protestantes estimulam católicos a aprofundar Bíblia
"Todos reconhecemos que nós, os católicos, levamos muitos anos de atraso em relação aos nossos irmãos protestantes, que nos estimulam a trabalhar um bocadinho mais na Bíblia", afirmou à Agência ECCLESIA o Fr. Vítor Arantes, religioso franciscano.
"Tendo em conta a publicação da ‘Dei Verbum' [documento sobre a Revelação de Deus] no Concílio Vaticano II (1962-65), sentimos que o povo de Deus está muito longe daquilo que foi o espírito da Igreja ao publicar aquele texto, onde se pede que bispos, padres, catequistas e leigos se deixem imbuir do sentido da Palavra de Deus, porque ignorar a Bíblia é ignorar Jesus Cristo", observou o religioso.
Por isso, "estamos muito longe de atingir o ponto de equilíbrio entre um cristianismo de tradição e um cristianismo alimentado pela Palavra de Deus", explicou.
Défice de preparação
"A palavra de Deus na vida e na missão da Igreja" é o tema da 10.ª Semana Bíblica de Gondomar, que decorre entre 2 e 7 de Novembro. A iniciativa é organizada pelos frades Franciscanos Capuchinhos e pela Vigararia local. Estão inscritas cerca de 380 pessoas, menos cem do que no ano passado.
A Semana Bíblica foi retomada em 2008, no âmbito da comemoração do cinquentenário do Seminário dos Capuchinhos de Gondomar, depois de uma interrupção entre 2004 e 2007.
Segundo o Fr. Vítor Arantes, que coordena a organização, a iniciativa pretende contribuir "para a evangelização da Vigararia" e "porque achamos que há um défice de preparação bíblica do povo de Deus".
Revitalização do cristianismo passa pela Bíblia
Os efeitos destes encontros ultrapassam o plano dos conhecimentos adquiridos, influenciando a vida cristã: "Sou testemunha de que em Gondomar, as Semanas Bíblicas têm resultado num crescendo de abertura ao sentido da palavra de Deus", garante o religioso franciscano.
"Em 2004 - exemplifica - realizaram-se 120 assembleias bíblicas, reunidas em casas particulares. Cinco anos depois, ainda existem cerca de 40 grupos que continuam a reunir-se mensalmente para lerem em comum a palavra de Deus, testemunhando e reforçando a fé nas raízes bíblicas."
Por isso, o Fr. Vítor considera que "é preciso caminhar nesta direcção, se queremos revitalizar o cristianismo do nosso tempo, para responder aos desafios da fé nos tempos que correm".
Deus permanece na passagem dos tempos
O Fr. Vítor Arantes relatou as ideias principais das intervenções dos três primeiros dias desta Semana Bíblica.
Os fiéis "têm que tomar consciência de que o Deus que falou pelos profetas, pelos patriarcas e, mais tarde, em Jesus, é o mesmo que hoje continua a falar em cada cristão e na própria Igreja", afirmou D. António Couto, bispo auxiliar de Braga, durante a sessão inaugural.
No segundo dia, o frade Gustavo Ventura destacou que a Revelação de Deus ocorrida ao longo dos milénios não se caracteriza essencialmente por altos e baixos na sua intensidade e significação, mas pela permanência e continuidade do amor divino, que hoje se mantém através da leitura e vivência da palavra bíblica.
Na palestra desta Quarta-feira, o Cón. João da Silva Peixoto considerou que "se é um sacrilégio deitar ao chão um vaso de hóstias consagradas, é igualmente um sacrilégio que o povo, ouvindo ao Domingo os textos bíblicos, não os escute com a mesma fé com que venera o Corpo de Deus."
A Semana Bíblica prossegue hoje com a intervenção do Fr. Herculano Alves, que reflectirá sobre «Os Caminhos (A Missão). A palavra de Deus. Animação de toda a pastoral». «A palavra no coração da fé - leitura orante da palavra» será o tema desenvolvido na Sexta-feira pelo Fr. Lopes Morgado. No último dia desta iniciativa, o bispo do Porto, D. Manuel Clemente, falará sobre «A festa da eucaristia - como levar hoje a bíblia ao povo?».
As sessões, que se iniciam às 21h15, ocorrem na cripta do Seminário dos Capuchinhos
Webmaster|2009-11-05|19:08:16
Igreja celebra Semana dos Seminários 2009
Uma mensagem de esperança lança a celebração da Semana dos Seminários 2009, que a Igreja Católica em Portugal promove entre 8 e 15 de Novembro próximos.
"Seminário, palavra que chama e envia" é o mote da iniciativa, que lembra as instituições nas quais são formados os novos sacerdotes no nosso país.
O presidente da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios (CEVM), D. António Francisco dos Santos, assinala na sua mensagem para esta semana que "todos somos chamados a assumir os seminários e a formação dos novos sacerdotes como uma missão essencial da vida dos cristãos e das comunidades".
"Os seminários são os alunos, os formadores e quantos ali trabalham, rezam e colaboram tantas vezes como beneméritos anónimos, discretos e activos. Os seminários são escolas ao modo da escola do Mestre onde se aprende a ser discípulo de Jesus e onde se preparam os apóstolos de hoje", escreve.
Para este responsável, estamos na presença de "instituições necessárias" que, no contexto presente da formação, "são mesmo insubstituíveis", deixando votos de que que as comunidades se apercebam "do valor do seminário como presença e esperança no coração da Igreja".
"Os seminários são instituições que inscrevem no chão sagrado dos seus edifícios as marcas do tempo e da história e elevam nos traços que exteriormente os identificam os sinais da presença da Igreja", aponta.
Em pleno Ano Sacerdotal, que a Igreja celebra por decisão de Bento Xvi, o presidente da CEVM diz que "o amor pelos seminários, expresso em gestos de oração, de afecto e de generosidade, afirma um belo testemunho de vida eclesial, constitui um sinal de gratidão pelo bem ali realizado".
"O Ano Sacerdotal deve levar cada vez mais os sacerdotes aos seminários e deve aproximar os seminários das comunidades cristãs", acrescenta.
A Equipa Formadora do Seminário Diocesano de Santa Joana Princesa, em Aveiro, preparou alguns textos de oração e de reflexão para servirem os grupos de crianças e de jovens ou a comunidade cristã, que são disponibilizados no Guião da Semana.
Faça o download do guião para a Semana dos Seminários aqui
Webmaster|2009-11-04|16:09:08
Papa pede para "Cuidar da Criação"
É o pedido formulado pelo Apostolado de Oração para o mês de Novembro
"Para que os homens e mulheres do mundo, especialmente os responsáveis pela política e pela economia, não cedam no seu compromisso de salvaguarda da Criação". Esse é o pedido de Bento XVI para o mês de novembro, proposto nas intenções do Apostolado da Oração, iniciativa seguida por cerca de 50 milhões de pessoas dos cinco continentes, para este mês de novembro. O Papa, além das vocações apresenta também uma intenção missionária que diz assim: "Para que os fiéis das diversas religiões, com o testemunho de suas vidas e através do diálogo fraterno, ofereçam uma demonstração clara de que o Nome de Deus é portador de paz".
Conclusões do VI Fórum Nacional das Vocações
Fátima acolheu, nos dias 30 e 31 de Outubro, o VI Fórum Nacional das Vocações que juntou mais de 250 participantes. Nas conclusões da iniciativa, enviadas à Agência ECCLESIA, destaca-se a necessidade de adaptar a mensagem eclesial aos jovens de hoje.
"Precisamos de pôr em causa os nossos quadros mentais de educadores adultos, libertando-nos de prisões e reeducando-nos para sentir com e à maneira dos jovens", pode ler-se.
Presentes no encontro estiveram Bispos, padres, religiosos, consagrados seculares e leigos, que reflectiram em conjunto sobre o tema proposto: "Ide e anunciai o Evangelho da Vocação".
A mudança cultural é marcante na vida da sociedade, mas "a Igreja está atenta e consciente desta realidade" - disse à Agência ECCLESIA D. António Francisco Santos, Presidente da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios (CEVC), no encerramento do VI Fórum Nacional das Vocações.
"Os jovens são os grandes protagonistas e intervenientes nesta mudança" - realçou o prelado de Aveiro. E acentua: "no campo da vocação, os jovens devem ser os primeiros a serem ouvidos e acolhidos".
Para o Pe. Jorge Madureira, secretário da CEVC, os jovens "ouvem o Evangelho", mas "é necessário ajudá-los na descoberta deste chamamento da palavra". Neste processo de auxílio, este padre da diocese do Porto reconhece que "não é uma questão de técnicas" mas "ajudá-los a encontrarem-se e a olharem no mais fundo de si próprio".
Pelo baptismo, os jovens são membros de pleno direito da Igreja. "São elementos essenciais e imprescindíveis" - esclarece D. António Francisco Santos. Apesar deste papel que lhes é destinado, o presidente da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios reconhece que, "por vezes, eles não têm o espaço e o tempo para serem escutados".
Como "nunca está tudo feito, nem está tudo por fazer", o bispo de Aveiro garante que "temos consciência da realidade em que vivemos e do trabalho imenso que tem sido feito". Estabelecer complementaridade nas várias perspectivas pastorais "é uma riqueza".
Apesar dos ruídos existentes na sociedade, o Pe. Jorge Madureira acredita na força "da semente que há em cada jovem". E acrescenta: "essa ficará sempre como uma provocação".
No documento conclusivo é referido que "os jovens de hoje transmitem-nos três mensagens: querem ser acolhidos e amados tal como são, denunciam que os excluímos e pomos em espera (de emprego, de casa, de família) e desejam que contemos com eles e os sintamos necessários".
Os participantes convidam os responsáveis da Igreja Católica a "perder" tempo com os jovens, "conhecê-los, ouvi-los, crescer com eles, experimentar com eles".
"Orientar para a vocação não é recrutar consagrados, é amadurecer pessoas cristãs", alertam ainda os participantes.
"A vocação é sempre uma escolha livre, feita no amor e por amor. Uma opção vocacional, mesmo que expressa em votos, é sempre um exercício de liberdade - temos de a deixar perceber como tal", referem as conclusões.
Com o aproximar da Semana dos Seminários (8 a 15 de Novembro), D. António Francisco Santos deixa um alerta sobre o mundo juvenil. "Os jovens terminam os cursos, aguardam o tempo de emprego e retardam a decisão para constituir um lar porque estão na expectativa daquilo que chega tarde". A sociedade "não está muito atenta, nem tem o ritmo cultural" que os jovens sentem. E esclarece: "os seminários reflectem esta realidade".
Após o encerramento deste Fórum, o presidente da CEVM está "convencido que surgirá uma nova sementeira vocacional".
Repensar atitudes
A iniciativa teve como conferencista o Pe. Jose Luis Moral, sacerdote salesiano e professor da Pontifícia Universidade Salesiana em Roma, que propôs "repensar as atitudes dos educadores, sentir a realidade dos jovens e reconstruir com eles a fé e a vocação cristã".
Ao fazer referência aos conteúdos do Pe. Moral, o secretário da CEVM sublinhou que este "ajudou-nos a repensar o modo de fazer pastoral, não apenas no sentido vocacional". "Ajudou a desconstruir algumas bases sobre as quais, muitas vezes, apoiamos alguns aspectos da pastoral".
Na catequese, os grandes intervenientes são as crianças, os adolescentes e os jovens. Os catecismos e os catequistas são elementos que os ajudam a crescer na fé. Os novos catecismos são "um contributo valiosíssimo que a Igreja propõe". Todavia, a formação dos catequistas "é essencial" porque sem catequistas renovados e formados, os "textos novos seriam uma pequena parte em relação ao todo da catequese" - acentua o prelado.
Houve ainda espaço para dois painéis: representantes do Secretariado Diocesano da Pastoral das Vocações, Juventude e Ensino Superior da diocese de Viseu partilharam a sua experiência de que "Uma pastoral unitária não é uma estratégia, é um acto e um facto da Igreja", tendo salientado a transversalidade de toda a pastoral e a necessidade de recorrer às novas linguagens e tecnologias.
Membros de Secretariados Diocesanos de Catequese, Juventude, Escolas Católicas e Ensino da Igreja nas Escolas apresentaram os seus pontos de vista e vivências sobre "A pastoral vocacional como acção educativa", respondendo positivamente com as suas experiências à questão "Anunciar a fé como vocação, é possível?" e deixando perceber os vários contributos que podem dar na questão vocacional.
Webmaster|2009-11-03|13:43:32
Dia diocesano do Catequista em Évora
O Dia do Catequista, na Arquidiocese de Évora, vai acontecer a 7 de Novembro, no auditório dos Salesianos, em Évora, das 9h30m às 16h30m. O tema abordado será a "Catequese Intergeracional", com o objectivo, segundo o Departamento da Catequese, de abrir horizonte aos catequistas "sobre a forma de nos relacionarmos com os pais, tanto em reuniões como em celebrações e festas e sobretudo na participação concreta na catequese". Será orientadora do dia, Isabel de Oliveira, responsável pela Catequese na diocese do Porto e com mestrado em pedagogia catequética. As inscrições decorrem nas paróquias até 3 de Novembro. |
VI Fórum das Vocações
O acto catequético deve mostrar o Evangelho como boa notícia, oferecer tempos e actos personalizados. No painel sobre «A Pastoral vocacional como acção educativa. Anunciar a fé como vocação, é possível?», integrado no VI Fórum Nacional das Vocações, Isabel Azevedo, Secretariado da Catequese do Porto sublinhou que catequese deve "ser espaço de gesto e palavra" para que faça "desabrochar para a vocação específica". Subordinado ao tema «Ide e Anunciai o Evangelho da Vocação», este Fórum realizou-se, em Fátima, de 30 a 31 de Outubro. No referido painel, Isabel Azevedo alertou para a necessidade do "olhar multifocal" na catequese. Em relação ao catequista, a oradora pede-lhes que "sejam mediadores de relações humanas" e que transmitam "uma narrativa do amor de Deus" A finalidade da catequese "é colocar as pessoas em comunhão com Jesus Cristo e orientar para a vida na fé". Para concretizar esta missão, Isabel Azevedo realça que este deve "ter formação específica para o seu ministério". Se tal não acontecer, a catequese pode ficar aquém das expectativas" Ao falar sobre a temática da juventude e a pastoral vocacional, o Pe. Pablo Lima, director do Departamento Nacional da Pastoral Juvenil, refere que é "preciso dar lugar espaço, voz e tempo aos jovens na vida pastoral". Estes "não devem ser apenas figuras secundárias". Ao relatar a sua experiência no clero da diocese de Viana do Castelo, acentua que é necessário "abrir os olhos" porque, "muitas vezes, as vocações aparecem de onde não esperamos". A pastoral vocacional "não é apenas dedicada aos jovens" - frisou A imagem social de uma escola "passa pelos resultados curriculares", mas as escolas católicas devem "impor-se pelo cultivo dos valores" - defendeu a Idalina Faneca no Fórum das Vocações. "É fundamental na escola católica que os alunos e professores se convençam que tem de caminhar juntos". Enquanto para alguns a frequência nestes estabelecimentos de ensino "deixou marcas", para outros não "ficou nada" - lamenta. As escolas são instituições com um "poder enorme", visto que podem "ajudar a moldar personalidades". "Somos capazes de fazer mais do que imaginamos" - afirmou a religiosa de S. José de Cluny. O acolhimento e o afecto são uma "porta de entrada para a vocação". A Escola Católica promove "a vertente espiritual que pode levar ao campo vocacional". Dimas Pedrinho, do Departamento de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC), começou por alertar que trabalha numa escola que faz parte das 30 piores do país. No âmbito do seu labor, o professor aponta que "a metodologia das aulas de EMRC é interessante visto que propõe o diálogo aluno/professor e interdisciplinaridade dos conhecimentos". No entanto, a escola é "uma realidade plural" onde "não existe uma cultura mas culturas".
Webmaster|2009-10-31|16:21:09|AE
Semana Bíblica em Gondomar
As paróquias de Gondomar decidiram realizar a X Semana Bíblica. Esta iniciativa vai ao encontro da necessidade que os leigos sentem em aprofundar a Mensagem do último Sínodo, e levar os cristãos a conhecer as raízes bíblicas da própria fé. A Semana Bíblica terá lugar na Cripta dos Capuchinhos de Gondomar de 2 a 7 de Novembro, com início às 21h15, em cada dia.
Esta X Semana Bíblica pretende igualmente sensibilizar e preparar os cristãos da Vigararia em ordem à «Missão Diocesana» 2010. ao mesmo tempo que se dá um contributo para uma Igreja mais evangelizadora, como resposta à insistência do Bento XVI e do Episcopado português.
A temática, escolhida para a X Semana Bíblica, corresponde aos temas fundamentais da Semana Bíblica Nacional, organizada pelo Secretariado de Dinamização Bíblica dos Capuchinhos.
Assim o tema geral desta X Semana Bíblica será «A Palavra de Deus na Vida e na Missão da Igreja».
Ao longo desta semana cada dia terá um tema específico desenvolvido e aprofundado por moderadores que são pelo seu conhecimento e vivência uma grande "mais-valia" para todos os participantes, sendo de novo coordenador de toda esta iniciativa o Frei Vítor Arantes
Programa
Dia 2 - A Voz ( Revelação): Como falou Deus e fala hoje ao seu Povo. Orador: D. António Couto, Bispo auxiliar de Braga
Dia 3 - O Rosto (Jesus Cristo): Cristo Verbo Encarnado. Orador: Frei Fernando Gustavo Ventura
Dia 4 - A Casa (Igreja): A Liturgia Lugar da Palavra de Deus. Orador: Cónego João da Silva Peixoto, prof. da UCP Porto
Dia 5 - A Palavra no Coração da Fé: A/Leitura Orante da Bíblia ("Lectio divina"). Orador: Frei Lopes Morgado. B / O Sínodo e a Missão diocesana 2010. Orador: D. Manuel Clemente, Bispo do Porto
Dia 6 - Os Caminhos (A Missão): A Palavra de Deus, Animação de toda a Pastoral. Orador: Frei Herculano Alves
Dia 7 - A festa da Eucaristia (encerramento), presidida por D. Ximenes Belo, Bispo emérito de Díli.
Webmaster|2009-10-27|16:23:51
Papa deixa orientações para a leitura da Bíblia
Bento XVI defendeu esta Segunda-feira no Vaticano que a leitura da Bíblia exige a "compreensão de cada texto individual a partir do conjunto".
O Papa falava diante de 400 docentes, estudantes e funcionários do Instituto Bíblico Pontifício, por ocasião dos 100 anos da sua fundação.
Depois de sublinhar o aumento do interesse pela Bíblia no decorrer deste século, Bento XVI afirmou que "graças ao Concílio Vaticano II, em especial à Constituição dogmática Dei Verbum, compreendeu-se ainda mais a importância da Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja".
Esse mesmo documento, disse ainda, frisou a "legitimidade e necessidade do método histórico-crítico, resumindo-o em três elementos essenciais: atenção aos géneros literários: estudo do contexto histórico; exame do que se costuma chamar Sitz im Leben".
Para Bento XVI, "o pressuposto fundamental sobre o qual repousa a compreensão teológica da Bíblia é a unidade da Escritura".
O Papa deixou votos de que "a Sagrada Escritura se torne neste mundo secularizado não somente a alma da teologia, mas também a fonte da espiritualidade e do vigor da fé de todos os fiéis em Cristo".
"É à Igreja que é confiado o ofício de interpretar autenticamente a palavra de Deus escrita e transmitida, exercitando a sua autoridade em nome de Jesus Cristo", acrescentou.
Bento XVI saudou o que considerou como "autêntica renovação espiritual e pastoral" provocada pelo destaque dado à Bíblia, sobretudo na "pregação, catequese, estudo da teologia e diálogo ecuménico".
Para esta renovação, afirmou, deu um contributo significativo o Instituto Bíblico Pontifício, com a pesquisa científica, com o ensinamento das disciplinas bíblicas e a publicação de estudos e revistas especializadas. O Papa citou também alguns docentes ilustres, como o Cardeal Bea, que formou mais de sete mil professores de Sagrada Escritura.
Bento XVI encorajou docentes e estudantes a prosseguirem neste caminho com renovado empenho, conscientes do serviço à Igreja que lhes é pedido, ou seja, "aproximar a Bíblia à vida do Povo de Deus", para que este "saiba enfrentar de maneira adequada os desafios inéditos que os tempos modernos põem à nova evangelização.
Webmaster|2009-10-26|16:17:14|AE
Catequistas de Viseu em Formação
No passado dia 18, o Auditório do Seminário Maior de Viseu ficou a abarrotar de catequistas, que responderam ao convite do Secretariado Diocesano da Catequese, para uma acção de sensibilização à sua função de ministros da Palavra.
De 26 de Outubro a 23 de Novembro, irá decorrer um Curso de Iniciação para Catequistas. Em horário pós-laboral, terá oito sessões, num total de dezasseis horas de formação, preparando o Catequista para a transmissão da energia da Boa Nova, capaz de tocar a consciência das pessoas e transformá-las, pela adesão a essa Boa Nova.
Em Fevereiro, após um retiro Diocesano para Catequistas, no dia 19, desenrolar-se-á, de 21 a 26, a Semana Bíblica, que constituirá mais um momento importante de formação do Catequista, para o uso eficaz da Bíblia na sua acção pastoral.
O mês de Março será reservado para a participação nas Jornadas Nacionais de Catequistas, que se realizarão em Fátima, de 12 a 14.
O Dia Diocesano do Catequista será a 25 de Abril.
Outras actividades poderão ser levadas a cabo pelo Secretariado, ao nível de Zona, Arciprestado, ou Paróquia, desde que solicitadas e visando sempre a vivência do Plano Pastoral da Diocese, no âmbito da catequese.
Webmaster|2009-10-23|16:33:16|Diocese de Viseu
Evangelizar na Guarda
O padre Jorge Castela, responsável do DPJG, explica: "esperamos desta forma chegar a mais agentes de pastoral da diocese da Guarda, contribuindo para o enriquecimento pastoral dos nossos mais directos colaboradores. E acrescenta: "Além disso, esta iniciativa vai de encontro ao projecto de D. Manuel Felício, que pretende dentro de alguns anos, levar a cabo na diocese uma Missão para a Nova Evangelização".
Este responsável acredita que "este será um meio elementar nesta preparação e contribuirá para uma pastoral diocesana mais organizada e dirigida".
Para preparar o Fórum Diocesano "Evangelizar", que se realizará no Centro Apostólico D. João de Oliveira Matos, no dia 7 de Novembro, quatro elementos do Departamento da Pastoral Juvenil (DPJG) e do Secretariado Diocesano da Pastoral Vocacional (SDPV) da Diocese da Guarda, participaram na "3ª Forma(a)cão" promovida pelos Salesianos, no Colégio dos Órfãos, na cidade do Porto, no dia 5 de Outubro..
A iniciativa contou com mais de seiscentos e cinquenta agentes de pastoral juvenil, vocacional e catequistas e serviu para aprofundar diversas temáticas relacionadas com pastoral juvenil e vocacional, e Catequese.
O esquema desta acção de formação foi semelhante ao dos anos anteriores, iniciativas que têm vindo a juntar cada vez mais elementos. Na parte da manhã, logo para começar, todos se reuniram no pavilhão desportivo para escutar as palavras de boas vindas, aprofundar a temática da necessidade de formação e compreender quais os workshops escolhidos pela organização este ano.
Depois disso, as centenas de participantes tiveram a oportunidade de participar em três workshops escolhidos livremente por cada um. Cada sessão teve a duração de 75 minutos. Antes de almoço houve apenas tempo para uma sessão de cada um dos vinte e seis workshops propostos. Apesar da multidão imensa que tinha senha para almoço, todos tiveram tempo para recuperar forças para a tarde de trabalhos, que se iniciou com a apresentação do novo trabalho discográfico do Pe. Tarcísio (sdb), intitulado "Um só Senhor". Seguiram-se mais duas sessões de cada workshop e encerram-se os trabalhos ao fim da tarde, com palavras de incentivo ao trabalho pastoral em cada comunidade, dirigidas pelo provincial salesiano e pelo Pe. Rui Alberto, grande mentor deste projecto.
Webmaster|2009-10-23|12:36:25|Jornal da Guarda
Novo Catecismo do 3º ano já disponível
«Queremos Seguir Jesus», é o título do novo Catecismo para o 3.º ano da Catequese e respectivo Guia que podem ser adquiridos nos diversos Departamentos da Catequese, de todo o País.
Este novo volume "insere-se no processo de renovação da catequese da infância e adolescência".
Cursos para Catequistas na Madeira
O Departamento da Catequese está a ministrar, neste momento, Cursos de Iniciação para catequistas nas seguintes paróquias: Santo Amaro e Santa Rita, à quinta-feira, às 20 horas; e no Arco da Calheta, também para o Loreto e Madalena do Mar, à terça-feira, às 19h e 30. Para a paróquia de Santa Cecília, de 27 de Outubro a 24 de Novembro (à terça-feira), às 20 horas, está agendado um curso sobre "Prática de pedagogia". Na paróquia da Quinta Grande, a 12 de Novembro; e na paróquia do Campanário, no dia 13 de Novembro, às 19h e 30, irá iniciar-se um curso de "Formação permanente para Catequistas".
Cursos para Catequistas em Leiria
Também o Serviço de Catequese da diocese de Leiria propõe um tempo de formação dirigido de forma especial aos catequistas que acompanham os três primeiros anos da catequese. Este encontro formativo será dia 24 de Outubro, na Aula Magna do Seminário Diocesano de Leiria, e será orientado por D. Anacleto de Oliveira, Bispo auxiliar de Lisboa, que trabalhou na revisão dos novos catecismos. No início da formação, o Departamento Diocesano das Vocações Cristãs apresentará uma proposta de actividade dirigida às crianças que se preparam para a Primeira Comunhão. Com a recente publicação do catecismo do 3º ano, completou-se a proposta dos novos catecismos do Secretariado Nacional da Educação Cristã para a primeira etapa do itinerário de catequese de iniciação da infância e adolescência. “Esta é a etapa do acolhimento por parte de toda a Comunidade Cristã, e visa a progressiva inserção na vida da fé da Igreja”.
Cursos de Catequistas em Lisboa
O Departamento da catequese de Lisboa, no sentido de "proporcionar a formação adequada aos catequistas que leccionam a 1ª etapa da catequese numa altura de mudança de catecismos" é o objectivo do Departamento da Catequese de Lisboa que promove, este ano, dois encontros de formação. A formação dos catequistas é uma das prioridades do Departamento da Catequese. Nesse sentido vão realizar-se dois encontros de formação para catequistas da 1ª etapa.
O primeiro encontro acontece no próximo dia 24 de Outubro, na Paróquia de Linda-a-Velha e o segundo encontro acontece no dia 31 de Outubro na paróquia do Vimeiro de Alcobaça.
Webmaster|2009-10-21|14:08:43
Exposição: A Bíblia para todos
É já no próximo dia 21 de Outubro que é inaugurada a exposição A Bíblia para todos. Trata-se duma exposição multimédia sobre a Bíblia organizada pela Sociedade Bíblica em parceria com a Fundação Portuguesa das Comunicações. É uma boa opurtunidade prara realizar uma visita de estudo com os alunos onde poderão ver o robô copista, a Bíblia Manuscrita Jovem, a réplica da prensa de Gutenberg, etc.,
Entrada gratuita: Crianças até aos 12 anos, professores e alunos em grupo escolar Adultos: 2,50 Euros
Portadores de cartão jovem, cartão de estudante e visitantes a partir dos 65 anos: 1,25 Euros
Para marcação de visitas, contactar os serviços educativos do Museu das Comunicações:
N.º Verde - 800 215 216
Tel: 21 393 51 08 /59
Fax: 21 393 50 06
e-mail: museu@fpc.pt
Website: http://www.fpc.pt/
Webmaster|2009-10-14|15:56:35
VI Fórum Nacional das Vocações acontece em Fátima
Deste Fórum "sairão com certeza dinamismos e estímulos para uma atenção mais adequada a esta dimensão, desenvolvendo percursos pastorais mais fecundos nos espaços educativos e para um acompanhamento mais personalizado e pró activo aos jovens que sentem o apelo de Deus a uma vida de consagração total" - realça o Pe. Jorge Madureira.
Programa
30 de Outubro
17h30 Acolhimento e Registo dos Participantes 18h30 Abertura: D. António Francisco dos Santos, Bispo de Aveiro e Presidente da CEVM 19h00 Conferência: Como viver hoje a fé cristã para que esta seja proposta credível? - P. José Luís Moral sdb 21h30 Uma pastoral unitária não é uma estratégia, é um acto e um facto da Igreja Testemunho do Secretariado Diocesano da Pastoral das Vocações, Juventude e Ensino Superior de Viseu (P. António Jorge) O evangelho da vocação sacerdotal: uma prioridade do Ano Sacerdotal Programação da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios
31 de Outubro
9h00 Oração da Manhã (Igreja da Santíssima Trindade - Capela da Morte do Senhor) 10h00 Conferência: Estabelecer uma "nova aliança" com os jovens! - Pe. José Luís Moral sdb 11h00 Intervalo 11h30 Conferência: "Educar(-se)" reconstruindo com os jovens a fé e a religião - Pe. José Luís Moral sdb 14h30 Painel: A pastoral vocacional como acção educativa. Anunciar a fé como vocação, é possível? Partilha de um Secretariado da Catequese (Isabel Azevedo), da Juventude (P. Pablo Lima), das Escolas Católicas (Irmã Idalina Faneca, S. José de Cluny) e do Ensino nas Escolas (Depart. EMRC - Dimas de Oliveira Pedrinha) sobre as questões suscitadas pelo P. José Luís Moral 15h30 Intervalo 16h00 Diálogo com o conferencista 17h30 Eucaristia (Igreja da Santíssima Trindade - Capela da Morte do Senhor)
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Webmaster|2009-10-14|14:04:55
Catequese inicia ano com Novidades
O lançamento de novas publicações, a consolidação de novas aproximações à transmissão da mensagem cristã e a insistência na formação dos catequistas são algumas das novidades do novo ano na catequese, que contará com a participação de cerca de 600 mil crianças e adolescentes.
O número de crianças e adolescentes que frequenta a catequese não tem correspondência com a participação na missa. Além de uma maior formação dos catequistas, é necessária "maior proximidade no interior das comunidades de fé - entre padres e agentes pastorais - para que elas se tornem mais atraentes", refere Cristina Sá Carvalho, do Departamento de Catequese do Secretariado Nacional da Educação Cristã.
Esta responsável lembrou que o livro para o terceiro ano chegará às livrarias esta semana. Com esta edição, fica revista a catequese da infância. "É um catecismo bastante exigente, mas eu acho que vai levar frescura ao trabalho com as crianças", afirmou.
Na Semana da Educação Cristã será lançado mais um volume do "Curso Geral de Catequistas", dedicado aos conteúdos bíblico-teológicos.
Modelos alternativos
"Há algumas dioceses que começam a reflectir sobre os modelos de catequese para a adolescência, de uma forma que me parece bastante produtiva", afirma Cristina Sá Carvalho.
Não se trata de substituir os conteúdos, porque esses catecismos foram recentemente reeditados com materiais novos, mas procurar novas fórmulas, por exemplo no que diz respeito aos horários: "Os adolescentes têm muitas aulas e chegam cansados às paróquias; por isso, há comunidades que, de forma experimental durante este ano, vão transferir a catequese para o Sábado ou para uma manhã ou dia inteiros".
Um dos problemas recorrentes da catequese é o facto de muitos dos adolescentes que terminam o período de formação não continuarem nas comunidades paroquiais. Cristina Sá Carvalho considera que uma das causas desta dificuldade reside na transmissão demasiadamente "escolar" dos conteúdos de fé: "A doutrina é muito importante, mas com as crianças e adolescentes o fundamental é "viver uma mensagem incarnada numa pessoa, que nos explica como é e o que se deve fazer".
Num tempo caracterizado pela mutação acelerada, "é preciso que a Igreja deixe uma luz acesa à porta, porque hoje as pessoas vão embora, mas querem voltar. E quando elas regressam, temos a porta fechada e a luz apagada. Por isso é preciso compreender o que é o desejo da fé e o anseio permanente do ser humano em se encontrar com Deus."
Envolvimento da família
"A família tem um papel importantíssimo na transmissão da fé. Não se consegue trabalhar contra ela; e, em contrapartida, toda a colaboração que ela oferece é extraordinariamente importante", explica a psicóloga.
O papel das famílias é essencial, mas elas "são separadas quando sobem os degraus da igreja: as crianças vão para a catequese e os pais têm outro tipo de acompanhamento, com reuniões e cursos". A evolução dos modelos catequéticos tenderá a evangelizar e a estar com a família, na sua diversidade, com as suas dificuldades de conciliação de horários e com a sua presença irregular aos encontros eclesiais. A directora do Departamento de Catequese está convencida de que "a Igreja se fortalece com os indivíduos, mas muito mais com as relações que estabelecem entre si, especialmente através do amor que se gera nas famílias, e nelas com Deus".
Mudanças
Em Março realizar-se-ão as jornadas de catequistas, que têm sido bem acolhidas: "Os participantes ficam com muita informação sobre o que é feito nas dioceses e paróquias, o que se traduz num enriquecimento enorme", afirma a responsável.
"Vai-se criando uma consciência de profissionalismo", que corresponde às exigências dos temas a apresentar. Cristina Sá Carvalho dá como exemplo o terceiro ano, em que o catequista "vai ter que pensar e trabalhar cada sessão com antecedência, calma e concentração".
Apesar do esforço que requerem, essas experiências são muito positivas para as crianças e adolescentes, assim como para quem comunica os conteúdos. Em muitas paróquias é comum usarem-se as tecnologias da informação, porque essas pessoas já estão na cultura do computador e do telemóvel.
O trabalho desenvolvido no Secretariado Nacional da Educação Cristã tem permitido a Cristina Sá Carvalho constatar que há cada vez mais padres a descobrir que a catequese é essencial para a sua paróquia, o que é motivo de "imensa esperança". Este factor, aliado à opção de tornar o catequista um ministro laical, poderia contribuir para a que a Catequese fosse encarada com "coragem, profundidade e tempo".
Webmaster|2009-10-04|09:02:35




